sexta-feira, 12 de julho de 2013

História para ‘curtir’ e ‘compartilhar’

Hoje, feriado no estado de São Paulo, é celebrado o dia da Revolução Constitucionalista de 1932, data que representa o inconformismo da população paulista que exigia uma constituição mais democrática em relação à ditadura imposta pelo então presidente Getúlio Vargas. Nesse período, muitas décadas antes da criação da internet, a história foi sendo registrada pelos livros e meios de comunicação. Ao contrário de hoje, em que as redes sociais têm promovido maior discussão e participação da população, dando-lhes voz mais ativa nos protestos que acontecem em todo o mundo – como a Primavera Árabe, os protestos dos milhares de estudantes no Chile e as manifestações que ainda acontecem no Brasil. Aproveitando a onda do engajamento do Twitter e do Facebook – atualmente 73 milhões de brasileiros são usuários da rede de Zuckerberg, segundo levantamento da GlobalWebIndex – professores estão usando esses espaços para ensinar e estimular seus alunos a aprender a disciplina de história.
Paulo Alexandre Filho, que é mestre em história pela Universidade Federal de Pernambuco, decidiu usar o Facebook para ensinar especificamente sobre a Segunda Guerra Mundial. Porém não da forma mais comum, geralmente por meio da criação de fóruns de grupos de discussão.
crédito Avantegarde / Fotolia
 
O historiador usou a rede social para montar um perfil para cada país envolvido na guerra, permitindo assim a interação entre essas nações. “Pensei como poderia usar aspectos modernos para aproximar os estudantes da matéria, mas que fossem divertidos e informativos ao mesmo tempo”, afirma. A Segunda Guerra no Facebook virou um post no blog de Alexandre, chegando a mais de 10 mil compartilhamentos na rede social.
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Fonte: Porvir

sábado, 6 de julho de 2013

PORVIR - 8 formas de usar a inovação para educar na empresa


Em um mercado cada vez mais competitivo, a palavrinha “inovação” parece ter ganho status de solução para todos os problemas: reposiciona o produto no mercado, cria necessidades que antes nem existiam, faz aumentar vendas, deixa funcionários e clientes mais satisfeitos. Mas, para muito além da retórica, a criação de ambientes e produtos inovadores demanda o desenvolvimento de uma cultura de inovação entre as pessoas que participam da empresa. Em recente artigo da Fast Company, Soren Kaplan, autor do bestseller Leapfrogging e consultor na área de negócios, trouxe uma lista de seis formas de criar tal cultura. O Porvir convidou o especialista em inovação Fabio Serconek, do Projeto 27 para comentar esses pontos a partir da realidade brasileira e relacioná-los com processos educacionais das organizações.
“Os empregos mais bem pagos hoje não existiam há dez anos. Como a mudança é constante, os profissionais precisam se renovar e desenvolver novas habilidades, que não aprenderam na universidade. Por isso os processos de inovação e educação são tão próximos”, afirma Serconek, engenheiro que acaba de completar um mestrado em inovação em duas universidades europeias, na escocesa Strathclyde e na alemã TUHH (Technische Universität Hamburg Harburg).
crédito peshkova / Fotolia.com

A adoção de processos inovadores, defende Serconek, traz um ciclo de benefícios e beneficiados. Com eles, ganha o empregador, que aumenta suas chances de oferecer produtos e serviços diferenciados e aumentar seu lucro, ganha o empregado, que tem a oportunidade de desenvolver habilidades úteis no cotidiano profissional, e ganha o cliente, que tem acesso a um produto de melhor qualidade.
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Fonte: Porvir

sexta-feira, 5 de julho de 2013

24 maneiras de utilizar tablets em sala de aula

Confira 24 maneiras divertidas, educacionais e práticas para que suas aulas sejam mais dinâmicas. As atividades são separadas em três níveis de interatividade diferentes.


As atividades são separadas em três níveis de interatividade diferentes
que envolvem o aproveitamento, colaboração e produção entre alunos e professores


Com a popularização dos tablets e do uso da tecnologia em sala de aula, vale a pena
investir em atividades que realmente façam a diferença no aprendizado dos alunos. Simplesmente colocar o tablet em sala de aula não é produtivo, pelo contrário, atrapalha a concentração e rendimento dos estudantes. Por isso, as escolas e os professores devem trabalhar em conjunto para que o uso das tecnologias seja saudável, equilibrado e com objetivos claros.   

Confira a seguir 24 atividades para desenvolver com seus alunos usando tablets:

Tablets em sala de aula: Atividades de Aproveitamento


1) Tweetdeck

Por meio desse aplicativo, os alunos podem ser responsáveis por uma conta comunitária no Twitter e monitorar diferentes correntes de tweets, hashtags e respostas, analisando quais são os fatores que contribuem ou não para a popularidade de um post.    

 

2) Google Earth

Use um personagem de um livro estudado em sala de aula para traçar a rota de uma viagem fictícia. Um exemplo é o livro do escritor francês Júlio Verne, “A volta ao mundo em oitenta dias”.    

 

3) Google Earth

Visualize as características específicas dos territórios espalhados pelo planeta a partir das imagens de satélite e analise quais fatores contribuem para a formação dessas formas.    

 

4) Prezi

Cansado do PowerPoint? Use o Prezi para elaborar apresentações midiáticas dinâmicas e de qualidade inovadora.    

 

5) YouTube

Use aulas online disponíveis no YouTube para estudar temas como direitos civis e história da arte com professores das melhores universidades do mundo.    

 

6) Downcast

Use podcasts para aprofundar os conhecimentos debatidos em sala de aula ou para estimular nos alunos a pesquisar por conteúdos diferenciados.    

 

7) Khan Academy

Pratique matemática e outros conceitos de economia com os gênios da Khan Academy.    

 

8) CaptureNotes 2

Use esse aplicativo para fazer anotações e gravar o áudio de aulas e discussões em grupo.    

 

Tablets em sala de aula: Atividades de Colaboração 

 

9)Skitch

Esse aplicativo permite que você avalie a credibilidade de um site, posts em blogs ou comentários em redes sociais.    

 

10)Pearltress

Permite que você reúna conteúdos de sua preferência, fotos, e outras fontes. Você pode organizá-los e dividir com a sala.    

 

11) Wunderlist

Ajuda você a planejar tarefas e outros projetos.    

 

12) Google Docs

Salve documentos online para que qualquer um do grupo possa acessá-los e conferir textos, artigos, aulas e outros conteúdos complementares e de revisão.    

 

13) Twitter

Fique conectado com mentores, especialistas e profissionais de sucesso por meio do Twitter.    

 

14) Pinterest

Dentro de qualquer assunto você pode, de maneira colaborativa com a sala, reunir imagens e outras fontes para os conteúdos da sala.    

 

15) iCalendar

Use esse aplicativo para planejar provas, outras atividades e prazos de entrega.    

 

16) Evernote

Mantenha controle daquilo que é feito em sala de aula ou do que é aprendido para poder revisar os conteúdos nas provas. Além disso, você também pode criar um portifolio digital.    

 

17) Pulse

Agregue, de maneira prática e eficiente, diferentes fluxos de informação na web que sejam do seu interesse.    

 

18) Edmodo

Fornece aos professores e alunos um ambiente seguro para se conectarem, colaborarem, dividirem conteúdos. Os estudantes também podem acessar as lições de casa, notas, debates em sala e outros avisos.    

 

Tablets em sala de aula: Atividades de Produção

 

19) Google Docs

Crie um projeto de escrita colaborativa em que todos os alunos são envolvidos na confecção de um romance.    

 

20) YouTube

Os alunos podem produzir vídeos de resumo e explicação daquilo que aprenderam durante o semestre ou sobre profissões que desejam seguir.    

 

21) Instagram

Colete evidências visuais de um problema (como o trânsito) ou evento usando o Instagram.    

 

22) Google Maps

Demonstre como uma filosofia ou ideia é espalhada pelas diferentes culturas usando o Google Maps.    

 

23) Visual.ly

Crie infográficos que expliquem os conteúdos analisados em sala de aula e simplificam dados estatísticos.    

 

24) Diptic

Crie uma foto-colagem que demonstre o impacto de determinado evento, como a poluição, uma guerra ou eleições.   



 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Robô permite "presença remota" de alunos doentes


Lexie Kinder resolve problemas durante a aula de matemática, ganha estrelinhas douradas da sua professora e faz piadas com seus colegas de classe na escola primária Alice Drive. Tudo isso pelo computador de casa.

Nascida com uma doença cardíaca crônica que enfraqueceu seu sistema imunológico e tornou arriscada sua frequência à escola, Lexie, 9, passou anos sendo tutorada na sua casa, em Sumter. Mas, recentemente, sua família começou a experimentar uma alternativa: um robô equipado com câmera e acesso à internet que zanza pela sala de aula e faz uma transmissão em vídeo de mão dupla entre a casa e a escola.

"Ela adorou", disse a mãe de Lexie, Cristi Kinder. O VGo, como é chamado, é controlado por Lexie pelo seu computador doméstico. Lexie vestiu o robô com fitas rosa e um saiote de bailarina e o rebatizou de Princesa VGo.

Um número pequeno --mas em rápido crescimento-- de alunos cronicamente doentes, pelo menos 50 em todo os EUA, já assiste aulas virtualmente, graças aos chamados "robôs de presença remota". Porém, a tecnologia continua sendo cara (um VGo custa US$ 6.000, além de US$ 1.200 por ano em manutenção e outros gastos) e imperfeita (quando ele perde a conexão com a internet, fica inerte e precisa ser empurrado).

Lexie Kinder, americana de 9 anos da cidade de Sumter, na Carolina do Sul, é portadora de uma doença cardíaca crônica e usa um robô equipado com uma tela e altofalantes chamado VGo para participar de aulas de maneira remota

Apesar das fantasias dos colegas de Lexie --"Quero um robô para poder passar o dia todo na cama", disse uma criança de oito anos--, esses robôs são em geral o último recurso para crianças restritas às suas casas ou a quartos hospitalares.

À medida que vídeos via web ganham proeminência como ferramenta didática, partidários da educação especial dizem que esses robôs são valiosas alternativas aos alunos que, de outra forma, não interagiriam com colegas.

"Em breve, esses robôs devem custar o preço de um laptop barato", disse Maja Mataric, professora de ciência da computação na Universidade do Sul da Califórnia. "Eles devem tornar muito mais fácil o acesso à educação para estudantes que estão convalescendo."
As crianças se adaptam à tecnologia muito mais rapidamente que os adultos e tratam a máquina como outro colega, diz ela. Em um treinamento contra incêndios numa escola do Texas, os alunos ficaram tão preocupados com o VGo que insistiram em acompanhá-lo para fora do prédio.

O VGo tem 1,20 metro, pesa 8 kg e tem o formato de um peão branco de xadrez, com uma tela de vídeo no rosto. Lexie controla seus movimentos com o mouse do seu computador. O vídeo da sala de aula aparece na sua tela de computador, e o vídeo do rosto dela aparece na tela do robô.

O robô e o computador de Lexie permitem uma comunicação de mão dupla. Lexie pode piscar as luzes do seu VGo para chamar a atenção da professora.

Desde 2007, a empresa VGo, de Nashua (em New Hampshire), vende robôs para executivos que desejam ficar de olho em seus empregados enquanto viajam e para médicos que os usam para "visitar" pacientes em diferentes hospitais. Há dois anos, a empresa percebeu que as escolas poderiam ser um novo mercado.

A maioria dos robôs é adquirida com verbas estaduais ou municipais destinadas a alunos deficientes. Em algumas escolas, os pais fizeram eventos de arrecadação ou eles mesmos compraram o robô. Em Huntsville (no Texas), autoridades educacionais adquiriram cinco VGos em 2012 e planejam mais cinco para o ano que vem.

Para Connor Flanagan, 14, de Tyngsborough (no Massachusetts), o principal benefício é a interação social. Ele não vai à escola por causa de uma rara doença pulmonar, mas continuou em contato com os amigos enquanto esperava um transplante.

"Ele passeia pelo corredor como os outros", disse sua mãe, Jennifer Flanagan. "A criançada tratou o robô como tratava Connor. Ele deslizava pela sala e você escutava: 'Ei, Connor! Oi, Connor!'"


domingo, 30 de junho de 2013

Google lança loja de aplicativos para educação

O Google anunciou nesta semana, durante sua conferência anual para programadores em San Francisco (EUA), uma ferramenta desenvolvida para ajudar professores do ensino básico a encontrar conteúdo educativo para usar em tablets. O Google Play for Education é uma loja de aplicativos testados e recomendado por educadores, que tem um sistema de busca que permite que os professores escolham os apps segundo disciplina e série. “Ouvimos muitos professores e eles nos disseram que havia uma lacuna entre o que é tecnologicamente possível em educação e o que é prático. E disseram que a responsabilidade de consertar isso era do Google. Nós concordamos”, afirmou Chris Yerga, diretor de engenharia do Android.

“Ter apps testados é muito importante porque os professores confiam nos outros professores”, afirma Yerga. Assim, os educadores têm acesso a um conteúdo que já passou por alguma avaliação antes de usá-los com seus alunos. Ao entrar na loja, diz o executivo, o educador vê à esquerda um menu com as disciplinas e, horizontalmente, um menu em que pode selecionar a série que deseja. Depois de aplicar os filtros, ele tem acesso a uma série de apps que poderá usar com seus alunos. Alguns serão gratuitos, outros não.


“Se todos os alunos tiverem uma conta no Google, o professor pode selecionar o app e colocar o nome do grupo de alunos que todos eles terão acesso instantâneo ao aplicativo em seus tablets”, explica Yerga. A iniciativa posiciona a empresa em um mercado amplamente dominado pela concorrente Apple. O Google Play for Education estará disponível a partir do segundo semestre e ainda não há previsão de que haja uma ferramenta com aplicativos em português.

Enquanto isso, a empresa faz um chamado para programadores de todo o mundo para desenvolver aplicativos para crianças e jovens da educação infantil ao ensino médio. Já está disponível um guia com orientações para criar apps para a ferramenta e o conteúdo poderá ser submetido já no meio do ano. Além dos desenvolvedores individuais, o Google já conta com a parceria de instituições como a Nasa e a PBS para a criação de apps.


Fonte: PORVIR

Brainly - Nova Rede Social Educativa

Colaboração: Brainly.com.br
Data de Publicação: 26 de junho de 2013
Agora os alunos brasileiros podem se juntar a uma rede social educativa [Brainly.com.br] um portal que promove a compartilhação de conhecimento e ajuda mútua em estudos escolares, Social learning, gamificação e apoio à educação - estes são os principais conceitos do Brainly que criando um ambiente de aprendizagem mútua e colaboração possibilita estudo fácil e rápido para os alunos de ensino fundamental e médio (brevemente também superior).
Graças aos elementos de gamificação como rankings, níveis ou um sistema de atribuição de pontos, Brainly encoraja participação ativa na explicação de questões difíceis, porque os usuários para serem ajudados também têm de ajudar os outros. Os fundadores querem mostrar que a escola, trabalhos de casa e estudo podem dar prazer e satisfação pessoal.

Como o Brainly funciona?

Para cumprir as expectativas de ambos os mercados, o http://brainly.com.br está disponível em português do Brasil e português europeu, enquanto o conteúdo é comum para que os alunos de Portugal e os do Brasil possam trabalhar e colaborar juntos.
Cada usuário depois do cadastro recebe um certo número de pontos que precisa gastar cada vez que faz uma pergunta no portal. Para ganhar pontos os alunos devem ajudar as outras pessoas, não necessariamente na mesma matéria. Além disso, os melhores alunos recebem pontos adicionais por darem uma resposta clara, completa e com uma boa explicação.
Da alta qualidade de todas as respostas cuidam os especialistas os moderadores (os alunos que se destacaram no serviço, pais e professores). O botão Obrigado possibilita agradecimento pessoal e pode ser um início de uma nova amizade que se pode desenvolver através de mensagens privadas ou bate-papo. Com esta ideia inovadora de ajuda mútua com os estudos em um ambiente de colaboração e amizade os fundadores querem chegar às crianças de todos os países no mundo.

Como mostram os primeiros meses, não faltam alunos ansiosos para ajudar os outros para a maioria dos usuários a caça de uma pergunta à qual querem dar a melhor resposta é um verdadeiro divertimento. Agora podem estudar juntos também através do celular (faça download da app Brainly para Android).

Fonte: Dicas-L

Livro faz um panorama da revolução digital no ensino

A revolução digital tem causado grandes transformações na educação dos tablets, dos Moocs e das simulações em 3D. Em meio a essa nova era onde fala-se muito em educação digital e menos de uma formação para a educação digital, especialistas chamam atenção: boa parte dos professores não sabe lidar com essas mudanças. “É muito claro que os governantes estão com uma vontade de levar a tecnologia para dentro da sala de aula, no entanto o que mais me preocupa é ouvir notícias sobre a compra de milhares de tablets e nenhuma sobre capacitação de professores para o uso deles”, afirma Martha Gabriel, autora do livro Educ@r – A (r)evolução Digital na Educação, lançado ontem pela Editora Saraiva. A publicação de Martha tem a proposta de ajudar professores, educadores e até pais para a entenderem e acompanharem as tendências tecnológicas.

A principal delas refere-se ao novo papel do professor. Martha, que é engenheira de formação pela Unicamp e professora acadêmica, reforça a ideia do educador também ser visto como um designer de currículo. Ela afirma que o docente precisa deixar de ser um conteudista para voltar a ser como no tempo de Sócrates, um “catalisador de conexões e reflexões” focado em seus alunos. “Antigamente os alunos precisavam única e exclusivamente do professor para chegar até à informação, ao conhecimento. Hoje, não, pelo contrário. O estudante encontra o que quer e a qualquer momento na internet”, afirma ela, que também é especialista em marketing e artes e já ministrou mais de 50 palestras nos Estados Unidos, Europa e Ásia.

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Fonte: PORVIR

Crianças digitais: elas estão crescendo ou nascendo assim?

"Pais e diferentes instituições – sejam elas públicas ou privadas – precisam saber acompanhar o crescimento e a evolução desta nova geração."
Por Rubem Saldanha
Figurinhas, bolinhas de gude, esconde-esconde e outras brincadeiras: jogos do passado que felizmente nos acompanharam durante a infância. Certamente, muitos leitores nascidos nos anos 60 e 70 lembram com carinho e nostalgia da primeira vez que tiveram a ajuda de seus pais para aprender a andar de bicicleta ou dos campeonatos de bolinhas de gude na escola. No entanto, parece que, para as crianças de hoje, suas lembranças de infância estarão ligadas à aquisição do seu primeiro celular ou do primeiro computador pessoal. Elas nascem com conhecimentos incorporados e são chamadas de crianças digitais.
O espaço “Coluna Livre” publica artigos de opinião produzidos por leitores do Portal Aprendiz. O texto “Crianças digitais: elas estão crescendo ou nascendo assim?” foi produzido por Rubem Saldanha, Gerente de Educação da Intel Brasil.
Adotar novas práticas e convertê-las em hábito requer uma preparação cultural constante. É possível observar ao longo da história que o sucesso de uma invenção começa quando existe uma necessidade por parte da sociedade, que deve estar preparada para recebê-la. No entanto, o historiador e sociólogo Lewis Mumford destaca que, entre 1700 e 1850, a técnica se apoderou da imaginação: as máquinas e os objetos que a sociedade produzia eram desejados rapidamente. De alguma maneira, o sucesso não depende do objeto criado, mas sim da compreensão do seu uso, quer dizer, a função que as pessoas encontram nele.
Desde muito pequenas, as crianças mantêm uma relação com a tecnologia que alguns adultos jamais chegarão a alcançar. Os computadores voltados ao público infantil têm uma vida útil inferior a de dez anos atrás. Por isso eles preferem jogar nos dispositivos dos adultos e utilizam todas as ferramentas tecnológicas com grande facilidade e rapidez.
Estas crianças nasceram na era digital e crescem conhecendo as novas invenções; são atraídas pelos desenvolvimentos tecnológicos e desejam possuí-los. Ao interagir com seus jogos e brinquedos começam a amadurecer e a se preparar para o futuro, muitas vezes sem nem se dar conta disso.
Nos últimos anos, governos e empresas têm trabalhado em conjunto para que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) sejam incorporadas às salas de aula de forma adequada e efetiva. A televisão também estimula a convergência nas telas. Canais infantis da TV a cabo, por exemplo, recomendam que as crianças acessem suas páginas web para baixar conteúdo lúdico.
O que muitas vezes esquecemos é que as crianças de hoje serão os adultos de amanhã, motivo pelo qual devemos trabalhar e incentivar os valores que desejamos que perdurem ao longo do tempo. O fato é que os pais e as diferentes instituições – sejam elas públicas ou privadas – precisam saber acompanhar o crescimento e a evolução desta nova geração. O apoio dos adultos e de toda a cadeia educacional é fundamental para que os jovens façam bom uso das novas tecnologias e possam aplicá-las em seu benefício e da sociedade. No final de tudo, o que vale mesmo é incentivar e apoiar os interesses destas crianças, para que no futuro, seus sonhos se tornem realidade.

TIC na Educação: 10 ferramentas Web 2.0 para professores

Nesse artigo sobre TIC na Educação vou apresentar 10 ferramentas web 2.0 para professores. Isso não quer dizer que essas ferramentas só podem ser utilizadas por professores ou na sala de aula. As ferramentas tem várias funcionalidades e objetivos e acabam por se tornar possíveis de utilizar em várias situações.
Nenhuma dessas ferramentas foi criada para utilização específica por professores, mas podem ser ferramentas úteis e ajudar a implantar a TIC na Educação em sua vida docente e também na sua escola.
Se gostar de alguma das ferramentas apresentadas basta clicar no link abaixo da explicação e será direcionado para um artigo aqui mesmo no GF Soluções ou em outros blogs parceiros, onde terá mais detalhes de como utilizar a ferramenta de uma maneira geral e não específica do ensino.

10 FERRAMENTAS WEB 2.0 PARA PROFESSORES

Segue as 10 ferramentas web 2.0 para professores.

1- DROPBOX

O Dropbox é um serviço de Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, que possui uma conta grátis, com início em 2GB de armazenamento, e que pode ser uma excelente ferramenta para armazenamento e até parabackup de arquivos. Muito útil se você trabalha em mais de um computador e não quer ter que carregar seus arquivos importantes em um pendrive.

2- GOOGLE DRIVE

O Google Drive é semelhante ao Dropbox e inicia com 5GB gratuitos para armazenamento, mas se você precisar de mais espaço, existem planos pagos que podem elevar esse número a estratosfera (realmente!).

3- MEGA

O MEGA é um serviço de armazenamento na rede, ou se preferir, na nuvem, assim como outros que já conhecemos como o Google Drive, Dropbox e Skydrive. Começa com 50GB de armazenamento gratuito. Esse ainda é recente, tendo sido lançado em janeiro de 2013.

4- EVERNOTE

como utilizar o evernote
O Evernote se adapta a diversas situações e se você, como eu, precisa fazer várias anotações durante o dia, ler matérias, guardar ideias e muito mais, o Evernote pode ser a solução. Você também pode utiliza-lo para notas mentais antes, durante a após as aulas, já que ele também possui aplicativo para Android e iOS.

5- GOOGLE AGENDA

O Google Agenda é uma agenda online com várias funções interessantes, e que possui também aplicativos para Android e iOS. Ajuda muito a organizar as tarefas e também criar lembretes.

6- SAVEVID

O Savevid é um site que lhe ajuda a baixar vídeos do Youtube, podendo assim utilizar vídeos em sala de aula mesmo sem conexão a internet.

7- LIVESTREAM

O LiveStream é um site que permite que você faça transmissões ao vivo e ainda mantenha o vídeo gravado para que outros possam assistir.

8- SLIDESHARE

O SlideShare é um site que permite que você faça o upload de seus arquivos em powerpoint ou pdf e disponibilize para quem quiser assistir.

9- PREZI

TIC na Educação: Como criar aprensetações no Prezi
O Prezi é uma ferramenta online que cria apresentações dinâmicas que impressionam e prendem a atenção do público. Ele é composto por efeitos pra lá de criativos que sem dúvida alguma, elevarão o nível do seu conteúdo.

10- BLOGGER

O Blogger, ou como é mais conhecido no Brasil Blogspot, é uma ferramenta que permite que se crie um blog rapidamente sem nenhum tipo de conhecimento de linguagens de programação.

CONCLUSÃO

Essas são apenas algumas ferramentas web 2.0 que você pode utilizar na sala de aula. A implantação da TIC na Educação passa por você, professor, que é parte integrante e fundamental do processo. Então mesmo que não pense em utilizar nenhuma no momento, comece a se inteirar a respeito.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

PORVIR - Site forma professores para ensinar empreendedorismo

POR VAGNER DE ALENCAR
A carioca Carla Zeltzer queria matricular sua filha numa escola que pudesse desenvolver habilidades que preparassem a pequena para vida. E foi a partir do desencontro com tal modelo de educação que a empresária decidiu criar a Escola de Empreendedorismo Zeltzer, iniciativa que, há sete anos, busca despertar o espírito empreendedor em crianças de 8 a 16 anos, a partir de oficinas extracurriculares em escolas públicas e privadas do Rio de Janeiro. Neste ano, Carla quer ir além ao lançar uma plataforma que pretende reunir gratuitamente oficinas, games e dinâmicas de sua metodologia, oferecer cursos específicos e suporte on-line para educadores de todo o país, além de realizar atividades presenciais em escolas do estado.
Para ganhar essa escalabilidade, no entanto, o projeto foi inscrito na plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria, para arrecadar R$ 35 mil, até 25 de setembro. “É preciso aprender a escolher o que aprender. Esse é o princípio do qual os professores devem levar aos seus alunos”, afirma Carla, que é graduada em ciências da computação.
crédito Warakorn / Fotolia
 
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Fonte: PORVIR

quinta-feira, 27 de junho de 2013

PRODUÇÕES DE ALUNOS NO NTM

Vejam um pouco do que está sendo produzido pelos alunos da E.M. Visconde do Rio Branco no NTM/RJ.








quarta-feira, 12 de junho de 2013

Rio de Janeiro

A professora Maria da Glória (CEST) visitou o NTM com sua turma 8302 para a realização de um trabalho sobre os pontos turísticos do Rio de Janeiro, usando o editor de textos e a busca de imagens no Google. A garotada, claro, adorou a experiência.



terça-feira, 4 de junho de 2013

Curso Online Grátis de Web Design



Neste curso você aprenderá os diversos conceitos e guias para projetar páginas web. Dicas para o perfil da empresa, informação pessoal, assunto de interesse e publicação são alguns dos temas apresentados.

Estrutura do Curso


Módulo 01 – Planejamento de design
Módulo 02 – Design de interfaces para páginas web
Módulo 03 – Imagens em páginas web
Módulo 04 – Multimídia em páginas web

Carga Horária

35 horas

Maiores informações no endereço: Canal de Ensino

domingo, 2 de junho de 2013

TV ESCOLA




A TV Escola leva até a sua sala de aula os melhores documentários e séries de conteúdo educativo.


Acompanhe nossa programação no Canal:

 112 da SKY, 
 Canal 694 da Vivo TV (DTH), 
Vivo TV SP e Curitiba (Cabo) Canal 188, 
Vivo TV Foz do Iguaçu e Florianópolis Canal 9, 
Canal 123 da Claro TV, 
Canal 24 da OI TV (DTH), 
Canal 235 da GVT, 
NET (consulte sua operadora local) 
ou gratuitamente sintonizando sua antena parabólica: analógica - Hor /Freq. 3770


Atenção para as mudanças na sintonia das antenas parabólicas digitais. 

Acesse aqui e conheça o passo a passo.


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