quinta-feira, 14 de março de 2013

Atividades de QUIZ - Alunos da Visconde


QUIZ

A turma 8302 (Realfa 2), da E.M. Visconde do Rio Branco, foi ao NTM levada pela prof. da turma, Márcia, para desenvolver um projeto em parceria com as Multiplicadoras Tania e Cristiane. Foi utilizado o projetor ProInfo para a visualização do Atlas (Brasil – regiões, estados e capitais). Após, foi produzido um Quiz pela turma e em duplas, usaram o Word e seus recursos para a produção do que foi elaborado.












Professoras Cristiane (NTM), Tânia (NTM e Márcia (Visconde)


Produção dos alunos da E. M. Visconde do Rio Branco


CARTÕES PELO ANIVERSÁRIO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 


Os alunos da turma 8301 (Fórmula da Vitória) da E.M. Visconde do Rio Branco, orientados pela prof. da turma, Marli, fizeram, em parceria com a prof. de CEST Alessandra e NTM, cartões pelo aniversário do Rio de Janeiro contendo o hino e declarações de amor à Cidade Maravilhosa. A turma foi levada ao NTM para confeccionar suas produções, aproveitando para conhecer recursos do Word e busca no Google Imagens (com o auxílio do Projetor ProInfo).




















quarta-feira, 13 de março de 2013

16 ferramentas e aplicativos educacionais que valem a pena conhecer

A quantidade de aplicativos e ferramentas voltados para a educação coloca em dúvida a qualidade dos recursos. Se você não sabe se deve ou não confiar nesse tipo de tecnologia, veja uma lista com 16 ferramentas que vale a pena conhecer.


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(Crédito: Shutterstock.com).


Com a crescente presença da tecnologia no processo de ensino é comum que a oferta por aplicativos e ferramentas aumente. Contudo, isso pode prejudicar a escolha. Embora nem todos os recursos sejam úteis para as salas de aula, uma lista deles pode, de fato, contribuir para o desempenho dos estudantes.
 
 

Se você não sabe o que escolher entre as inúmeras opções, confira uma lista com 16 ferramentas e aplicativos educacionais que vale a pena conhecer:
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 1. Khan Academy
Conta com vídeos multimedia de alta qualidade na maioria das disciplinas acadêmicas – especialmente em matemática e ciências. A iniciativa está na vanguarda da tendência crescente de educação open source. Seus desenvolvedores também incluíram dicas de estudo detalhadas no app.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 2. iTunes U
O aplicativo traz aulas completas e materiais de aprendizagem de faculdades e universidades como MIT e Oxford, assim como instituições como a Biblioteca do Congresso.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 3. Marlee Sings
Aprenda todos os conceitos básicos da linguagem de sinais para deficientes auditivos. Utiliza vídeos da atriz Marlee Matlin, ganhadora de um Academy Awards.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 4. eProofs.com
Seleciona aulas virtuais nas quais os estudantes podem lidar com especialistas e profissionais. Acontece em tempo real e permite que os participantes consultem seus professores e colegas de classe.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 5. Boundless
A ferramenta conecta estudantes a recursos essenciais de estudos, como livros completos. As ofertas não têm custo.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 6. ClassOwl
Desenvolvida por estudantes da Universidade de Sanford em 2011, o organizador integra e mantém o controle das tarefas, eventos e aulas. Além disso, oferece sugestões para priorizar as atividades.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 7. myHomework Student Planner
Oferece um planejador online para estudantes que precisam gerenciar suas tarefas e estudos. Agenda aulas, define compromissos, envia lembretes, sincroniza informações e até recebe mensagens de professores conectados.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 8. Duolingo
Crowdsourcing e colaboração têm atraído muitas pessoas para as novas iniciativas de educação online. O Duolingo migra esses conceitos para a web, permitindo que os participantes peguem aulas de língua estrangeira gratuitamente, em troca de ajudar os outros a traduzirem sites e documentos para sua língua nativa.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 9. iBooks Author
O aplicativo é voltado para pessoas que esperam compilar e compartilhar livros didáticos multimídia usados entre os estudantes. Permite criar apresentações e coletâneas.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 10. Project Noah
Voltado para as ciências biológicas, o site permite que os estudantes façam o upload de imagens de plantas, animais e fungos para serem explorados por profissionais. Se uma espécie não pode ser identificada, os participantes da comunidade podem oferecer sugestões, etc.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 11. ShowMe
Funciona como um quadro para apresentações rápidas. Permite que os estudantes mostrem suas habilidades multimídia durante as aulas. Contudo, os projetos só podem ser vistos depois de concluídos e carregados na plataforma.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 12. History: Maps of the World
Permite a exploração do mundo por meio de mapas interativos que ilustram as mudanças geopolíticas e geográficas ao longo do tempo. Os usuários podem navegar pelas cartografias e ler sobre o significado histórico ou científico de cada grande mudança por meio do texto.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 13. Learnist Education
Trata-se de uma nova rede social em fase de testes inspirada no Pinterest. Recolhe materiais educacionais de estudantes e professores em todo o mundo que queiram contribuir para o conhecimento global da humanidade sem cobrar nada.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 14. Virtual Frog Dissection
Funciona como uma alternativa mais barata para a experiência da dissecação de animais, especialmente os sapos. Ajuda os estudantes no entendimento do funcionamento do corpo sem comprometer a qualidade da aula.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 15. Inspiration Maps
Permite que os estudantes criem contornos, mapas e outras estruturas destinadas à obtenção de novas ideias. Mantém os projetos de forma simples e organizada, garantindo o sucesso das tentativas e impedindo o esquecimento de ideias valiosas.
 
Ferramentas e apps que valem a pena conhecer: 16. Haiku Deck
Permite a criação personalizada de apresentações e afins. A plataforma tem uma interface simples, que facilita o uso. Possui recursos multimídia que aumentam o engajamento e a retenção do conhecimento.
 
 



Fonte: Universia Brasil  

Encontro Internacional de Educação


Encontro Internacional de Educação 2012-2013 Como liderar a mudança nos centros educativos?



Participe! Dias 2 e 3 de abril no Rio de Janeiro. Fundação Telefônica.
Maiores detalhes no link abaixo.





sexta-feira, 8 de março de 2013

PROJETO ANIVERSÁRIO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO E PRODUÇÃO DE TEXTO BASEADA NO POEMA "OU ISTO OU AQUILO"

Os alunos da turma 8302 (Fórmula da Vitória), prof. Márcia Regina, fizeram um acróstico na ocasião do aniversário da cidade do Rio de Janeiro. Em seguida, eles foram levados ao NTM para digitar e ilustrar suas produções, aproveitando para conhecer recursos do Word e busca no Google Imagens.

Utilizando outro recurso poético, o da repetição, os alunos produziram um poema intitulado "O que escolher?", parafraseando o poema "Ou isto ou aquilo". Também nesta atividade, eles tiveram a oportunidade de digitar e ilustrar seus textos com a orientação das profs. Cristiane e Tania, do NTM.

Algumas produções sobre a cidade do Rio de Janeiro:



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Algumas produções sobre o projeto "O que escolher?":











O grupo durante a produção dos projetos no NTM com as professoras Márcia (da turma), Cristiane e Tania (do NTM):










segunda-feira, 4 de março de 2013

A multiplicação da internet nas favelas e a visibilidade social dos jovens

IHU On-Line

Uma pesquisa realizada em cinco favelas do Rio Janeiro, Rocinha, Cidade de Deus, Manguinhos e os complexos do Alemão e da Penha, apontou que 90% dos jovens dessas comunidades acessam a internet de seus computadores pessoais. Para o levantamento, foram entrevistados 2 mil jovens, e o estudo foi realizado em parceria pela Secretaria Estadual de Cultura, juntamente com a ONG Observatório de Favelas.

“Na rua o jovem de favela é apenas ‘um jovem da favela’, não é um cidadão. Não possui sua cidadania reconhecida, seu corpo abrigado e sua vida respeitada. Agora no seu Facebook ele se mostra, fala de si, identifica suas preferências, afirma seus gostos, enuncia seus conflitos, tudo isso porque não se sente só. Entra em contato com jovens parecidos com ele e diferentes dele”, destaca o professor e pesquisador em entrevista concedida à IHU On-Line por e-mail.

Jorge Luiz Barbosa é graduado e fez mestrado em Geografia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fez doutorado na Universidade de São Paulo e pós-doutorado em Geografia Humana pela Universidade de Barcelona – Espanha.
Confira a entrevista.

IHU On-Line –Que mudanças são sinalizadas pela adoção dos usuários de baixa renda à rede, sobretudo com o componente de que acessam a partir de seus computadores? As lan houses passam a ocupar um papel secundário na inclusão social?
Jorge Luiz Barbosa – O uso da internet significa a apropriação e uso de tecnologias que afirmam a visibilidade do jovem de origem popular, geralmente estigmatizado e desconhecido na cidade. Esse processo significa, por outro lado, uma possibilidade formidável de ampliação de sua experiência de tempo/espaço, uma vez que sua mobilidade urbana é reduzida e constrangida por situações econômicas, sociais e raciais. As lan houses fizeram e ainda fazem parte deste processo de afirmação do jovem em territorialidades virtuais. Porém, cada vez mais os jovens (com a ajuda de suas famílias) conseguem ter seu próprio computador e por isso ganham, além de um bem distintivo, um dispositivo de informação e comunicação mais pessoal. Assim, as lan houses tendem a perder o público que anteriormente tinham e precisarão se reconverter em pequenas empresas de prestação de serviço de internet para continuar atuando no mesmo segmento técnico-econômico nas favelas.

IHU On-Line –Como podemos compreender a invisibilidade do cidadão nas ruas e seu sentimento de pertença na internet? De que maneira a tecnologia redefine o relacionamento social entre as classes?
Jorge Luiz Barbosa – Na rua o jovem de favela é apenas “um jovem da favela”, não é um cidadão. Não possui sua cidadania reconhecida, seu corpo abrigado e sua vida respeitada. Agora no seu Facebook ele se mostra, fala de si, identifica suas preferências, afirma seus gostos, enuncia seus conflitos, tudo isso porque não se sente só. Entra em contato com jovens parecidos com ele e diferentes dele. Há, portanto, a criação de pertenças. Pertenças que não são virtuais, pois eles se comunicam com signos e significados que lhes são comuns, a referência da rede de conversações é o vivido, é cultura compartilhada, é o território habitado por eles. A tecnologia não redefine relações, mas os sujeitos que se apropriam e fazem uso dela como dispositivo de autonomia de construção e afirmação de suas identidades. Acredito que isso poderá aproximar jovens de distintas classes sociais, bairros e favelas. Sendo uma das mediações importantes para a construção de uma cidade una e plural.

IHU On-Line –O que isso representa em termos de imaginário da cidade?
Jorge Luiz Barbosa – Significa uma revolução no imaginário urbano. Os jovens de espaços populares constroem seu repertório simbólico, a partir da navegação na rede, ao baixar músicas, filmes e fotos elaboram um acervo próprio. Experiência que era impossível para seus pais. Isso é uma nova história pessoal e coletiva se fazendo no contemporâneo. É importante destacar que os acervos são feitos de trocas, de postagens, downloads e uploads. Isto é, há circulação cada vez mais intensa de imagens sonoras e visuais. E, como a nossa pesquisa demonstrou, essas trocas não acontecem apenas no mundo virtual. Os jovens das favelas fazem uma passagem rápida do virtual para o corpóreo, pois suas trocas se concretizam no presencial: na rua, na praça, nos bailes, no churrasco na laje. Ou seja, é nos espaços comuns que celebram o encontro, vivem a presença do outro, constroem identidades. É nesse momento que cantam, dançam, contam e, portanto, vivenciam seus acervos. Essa “comunidade de sentido” é a nova geografia do imaginário da cidade.

IHU On-Line –Que perspectivas se delineiam para o diálogo das diferenças na sociedade com esse empoderamento digital de pessoas que moram nas favelas?
Jorge Luiz Barbosa – Os jovens de espaços populares criam estilos, por exemplo, o passinho do menor. Os garotos criam palcos em becos e escadarias, inventam seus passos na musicalidade do funk e do charme, gravam vídeos e postam no YouTube. Nos dias seguintes outros jovens de favelas estão assistindo e criando seus passos. Esta circularidade alcança os jovens dos condomínios e coberturas dos bairros de classe média alta. Logo mais estes mesmos jovens distantes estarão dando seus passinhos nos seus salões de festas. Estamos diante da possibilidade do diálogo de diferenças e de diferentes (e de desiguais). O destaque deste fenômeno estético-cultural é o território que é a centralidade de sua criação, é o corpo de sua expressão, é a marcação simbólica de sua origem. Podemos chamar isso de empoderamento? Penso que sim. Mas não de um empoderamento digital, pois este é apenas um dispositivo, mas sim de imaginário corporificado nas práticas dos jovens das favelas.

IHU On-Line – Em que sentido tecnologias como as fotos tiradas por celulares ajudam a construir uma memória antes não disponível?
Jorge Luiz Barbosa – É este o acervo de representações que são feitas pelos próprios jovens. São evocações de si, do outro e do mundo que vêm sendo construídas de forma mais ou menos autônoma. Poder representar a si mesmo, superando representações estereotipadas de distantes, é um exercício de democracia, além de construir a própria memória social e não simplesmente recebê-la pronta.

IHU On-Line –Os computadores com acesso à internet ocupam o espaço que era da televisão? Como compreender que algumas casas não tenham geladeira, mas tenham computador?
Jorge Luiz Barbosa – Nossa sociedade vive de bens distintivos. É partir deles, e com eles, que somos considerados e respeitados. Infelizmente é essa a marca hegemônica de nossa sociedade. Por outro lado, o consumo se tornou um campo de disputa de imaginário. Só os mais pobres das favelas não possuem televisão. E só os mais pobres entre os mais pobres não possuem geladeira. O computador tem o seu próprio significado e espaço nas famílias das favelas, inclusive de manter seus filhos dentro de casa e longe das situações de conflitos armados entre facções criminosas e entre estas e a polícia.

IHU On-Line –O que a exposição de imagens revela sobre a individualidade do sujeito? Há, de alguma forma, uma espécie de busca por uma identidade/comportamento mais parecido com o a classe média?
Jorge Luiz Barbosa – Acredito que há um movimento de individuação dos jovens de espaços populares. Mostrar quem é, o que sonha e o que quer. É a construção do sujeito olhando para o futuro. A identidade precisa ter essa relação com futuro, com o devir. Se não se ossifica, se banaliza. As entrevistas demonstram que os jovens estão traduzindo suas identidades com sua vivência em seus territórios de morada. Suas perspectivas possuem essa relação com o território; com seus conflitos e contradições. Daí, não acredito que se assemelhem às expectativas limitadas da classe média. Os jovens de favelas precisam querer muito mais do que ser um consumidor.

IHU On-Line –Que papel as mulheres ocupam neste espaço virtual? Há diferenças no comportamento, nos usos ou, até mesmo, no acesso?
Jorge Luiz Barbosa – Essas questões serão desdobradas nas análises das informações obtidas com as jovens entrevistadas. Nossa pesquisa também se fez com recortes sociais e territoriais específicos. Há questões de gênero e de gênero/raça que serão desveladas em breve.