terça-feira, 20 de agosto de 2013

Como o Google Glass poderá ser utilizado na sala de aula do futuro?

O Google Glass é a mais recente novidade da Google que está prestes a ser lançada. Trata-se de um óculos que permite o acesso à internet sem fio, captura de imagens, gravação de vídeos, envio e recebimento de mensagens.

Em um dos lados do óculos, uma pequena tela fixada apresenta informações como previsão do tempo, mapas, opções musicais, navegação e agenda. Tudo isso será visto somente pelo usuário desse novo recurso, com imagens projetadas nessa tela, a milímetros da sua retina criando uma experiência de realidade aumentada.

Todas estas funcionalidades serão ativadas por controle de voz, ou seja, para utilizar a ferramenta de navegação, apenas diga para o seu óculos onde você deseja ir e ele mostrará o caminho para você.


Conheça algumas hipóteses para uso dessa tecnologia na sala de aula do futuro. Confira:
1Copiar a matéria? Nunca mais!

Imagine que, ao invés de copiar a matéria do quadro, o aluno possa apenas fotografar e ter tudo na frente de seus olhos a hora que quiser.
glass 1
2Um professor virtual, projetado em frente ao seu sofá!

Imagine o aluno poder gravar um vídeo da sua aula e na hora de estudar, em casa mesmo, projetar o seu professor explicando o conteúdo na sua frente, por conta da gravação.
Glass 2
3Viagens virtuais sem sair da sala de aula

Imagine que, na aula de história, o aluno possa conhecer virtualmente os corredores do Museu Louvre, localizado em Paris, sem sair da sala de aula.
Glass 3
4 360 graus de realidade aumentada

Ou até mesmo um aluno de arquitetura poder dar uma passadinha pelas belas construções de Barcelona, a hora que quiser, com uma visão em 360 graus pelo Google Glass, através do Google Street View.
Glass 4
F
Fonte: Blackboard

FGV lança nova versão de portal para estudantes do Ensino Médio

Está no ar a nova versão do Portal FGV Ensino Médio Digital – iniciativa que oferece conteúdo  gratuito para estudantes e candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em uma parceria entre a Editora FGV e o FGV Online.
FGV
Lançado em setembro de 2012, o portal reúne agora mais de 7 mil questões  e 700 horas de aula nas quatro grandes áreas de conhecimento exigidas no ENEM, divididas em 10 cursos: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens e suas Tecnologias, trazendo um novo conceito de interação entre os estudantes, que podem trocar experiências, informações e conhecimento em um ambiente desenvolvido especialmente para eles.  “A intenção é chegarmos a 2014 com 10 mil questões em nosso banco”, revela a professora Mary Kimiko, diretora de soluções educacionais do FGV Online.
A inclusão de uma área de teste também é considerada uma das grandes vantagens do novo portal. “Nessa nova versão, o estudante pode testar o banco de questões (inclusive com simulação de tempo da prova do Enem) sem a necessidade de se cadastrar previamente”, explica a diretora da Editora FGV, professora Marieta de Moraes Ferreira.  No entanto, ela ressalta que existe um conteúdo exclusivo para os estudantes que se cadastrarem, como o Mural Virtual – que permite interação entre os participantes –, o banco de propostas de temas para redação, relatório individual de desempenho e o ranking de pontuação. “Estes são novos incentivos para que o estudante continue no site e prossiga seus estudos com auxílio da plataforma”, afirma Mary. Até agora, o portal conta com mais de 700 mil acessos.
A reformulação ainda está em curso e a expectativa é de que novas seções sejam lançadas, tais como uma área exclusiva para professores, de vídeos de introdução aos cursos e de sugestões de estudos. Também está prevista uma versão mobile do site, já em desenvolvimento.
Acesso ao ensino superior
“Em função da evasão escolar, das dificuldades de um bom desempenho no Enem e do preparo deficiente dos professores frente às diretrizes desse exame, o Ensino Médio enfrenta grandes problemas. O desenvolvimento de um projeto dessa natureza e grandiosidade tem exatamente a finalidade de encarar esses desafios e auxiliar na estruturação de um novo Ensino Médio, democratizando o conhecimento e o acesso ao ensino superior”, afirma Marieta.
A pesquisadora Raquel Emerique reforça a intenção de se promover igualdade de oportunidades através da criação do portal. “O Enem se tornou um importante mecanismo de seleção para as universidades e sabemos que os estudantes brasileiros têm acesso desigual à educação de qualidade”, lembra.
Mary Kimiko destaca, ainda, que a expertise da FGV é fundamental para o sucesso da ação. “Este é um dos projetos mais felizes do professor Carlos Ivan Simonsen Leal (presidente da Fundação). Temos experiência consolidada na área, tanto em termos de material didático quanto de educação a distância, o que muito nos motivou”, comemora a professora.

Conheça o Portal FGV Ensino Médio Digital no endereço: 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Oportunidade na Redutech para web-designer


Oportunidade na Redutech para web-designer: 

- Seja criativo, proativo, responsável e saiba com deadlines;
- Possua conhecimento de briefing e design gráfico;
- Alguém que tenha web design como foco e paixão;
- Tenha conhecimento em avaliação heurística, IA, IxD e UX;
- Seja ninja em Balsamiq, InDesign e Illustrator;
- Trabalho CLT ( 44h / semana).

domingo, 18 de agosto de 2013

Navegação segura para crianças

 Empreendedores criam sites e aplicativos de olho no público infantil.


              
          Junto com as facilidades que tablets e smartphones trouxeram para a vida cotidiana, vieram maiores preocupações para pais e educadores com o uso da tecnologia pelas crianças. Interativos e com interface intuitiva, esses aparelhos fascinam meninos e meninas que, com poucos toques na tela, conseguem acessar qualquer conteúdo na internet e até mesmo fazer compras. E, por serem móveis, esses dispositivos dificultam a supervisão do uso pelos responsáveis.

        — Agora, a criança acessa a internet na rua, no shopping, em qualquer lugar. Os pais não conseguem mais estar presentes o tempo todo, dando uma orientação direta. Isso impõe um desafio na questão da mediação — explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

        De acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2012, 2% das crianças entre 5 e 9 anos que acessam a internet já o fazem por tablets, sendo que a tecnologia ainda é pouco difundida no país, estando presente em apenas 4% dos lares brasileiros. Com a popularização e barateamento dos dispositivos, a tendência é que esse número cresça rapidamente.

        De olho nesse público, empreendedores estão lançando sites e aplicativos.
      


Brasileira lança o primeiro jornal infantil diário para iPad

          
           A start-up Press4Kids, fundada pela brasileira Lilian Holtzclaw Stern, lançou em março deste ano o “News-O-Matic”, o primeiro jornal digital diário direcionado ao público infantil. O aplicativo está disponível apenas para iPad, mas a versão para iPhone será lançada em setembro e, para Android, no fim deste ano. Uma edição brasileira também faz parte dos planos de expansão do negócio.

        Com cinco edições semanais — entre segunda e sexta-feira —, a publicação trata o noticiário cotidiano de forma que crianças entre 6 e 12 anos possam compreender. Diariamente, cinco notícias são publicadas, todas com até 200 palavras e vocabulário adequado ao público infantil.

        — É a fase dos porquês. Tem assuntos que são difíceis de explicar, mas as crianças querem entender — conta Lilian.

        A inspiração surgiu em casa. Mãe de três filhos, Lilian conta que enfrentou uma saia curta quando seu filho mais novo, agora com 8 anos, a questionou sobre a foto do ex-ditador líbio Muamar Kadafi morto estampar todos os jornais.

        — Nós enfrentamos esse dilema no atentado de Boston. Nós tínhamos que informar, mas como informar? A solução que demos foi falar sobre o caso com foco nas pessoas que ajudavam os feridos — lembra Lilian.

        O “News-O-Matic” já tem mais de 19 mil downloads e foi escolhido o melhor aplicativo para ensino e aprendizado pela Associação Americana de Bibliotecas Escolares. A assinatura semanal custa US$ 1,99 e a mensal, US$ 6,99. Além do noticiário, o programa tem três jogos, também atualizados diariamente, relacionados com o conteúdo das matérias.

        O Zuggi é o primeiro buscador brasileiro para crianças, uma espécie de Google com algoritmos que bloqueiam o retorno de páginas com conteúdo inadequado. A fundadora da start-up, Natália Monteiro, explica que a ferramenta é diferente dos filtros por palavras, pois o sistema entende termos com duplo sentido.

        — Se a criança buscar pela palavra “melancia”, ela provavelmente está querendo saber sobre a fruta, não sobre a mulher-melancia. A inteligência artificial do sistema consegue fazer essa diferenciação — Explica Natália.

        A ferramenta ainda não possui um aplicativo próprio para dispositivos móveis, mas o desenvolvimento está nos planos da empresa. Atualmente, explica Natália, o foco está na monetização. Por ser gratuito, o buscador é mantido com o apoio de instituições parceiras, mas a start-up negocia contratos com escolas e governos para a aplicação do sistema nas salas de aula.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Site gratuito oferece aulas ao vivo para o Enem


Plena sexta-feira à noite, faltando pouco mais de dois meses para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o estudante está tentando resolver um daqueles exercícios complicados de física, enroscou em uma determinada parte e não tem para quem perguntar. Pensando nisso, plataforma   Envest oferece, gratuitamente, até dez videoaulas ao vivo sobre os conteúdos do exame. Para assistir as aulas, o usuário só precisa se cadastrar e buscar pela disciplina que quer aprender, o dia e o horário para tirar todas as dúvidas em tempo real com um professor.
Na plataforma, o estudante tem acesso (gratuito, mas limitado) a aulas de matemática, língua portuguesa, biologia, física e química. Além disso, pode conferir livremente um acervo de videoaulas no Youtube e uma lista de questões de vestibulares das principais universidades brasileiras. Depois de ser recebido com a pergunta “O que vamos estudar hoje?” na página principal, o usuário também encontra as aulas ao vivo que estão mais próximas de começar. Ele tem direito a assistir a dez delas gratuitamente e, depois, pode contratar planos. Caso nenhuma das aulas apresentadas seja de seu interesse, ele pode fazer buscas por meio de um filtro com as opções de disciplina, frente (qual o tema será estudado) e tópico (um desdobramento dentro do tema), por exemplo: física, eletromagnetismo e campo magnético ou língua portuguesa, literatura e modernismo.
crédito Maksym Yemelyanov / Fotolia.comSite gratuito Envest oferece aulas ao vivo para o Enem

No caso das videoaulas ao vivo, ela pode ser proposta por qualquer professor ou alguém que seja bom na matéria. Basta propor a disciplina que será estudada, um tema, um horário e a opção de ser gratuita ou paga. Se a opção do educador for cobrar uma taxa por ela, os estudantes vão pagar por ela por meio da compra de pacotes que variam entre R$10 e   R$ 37 mensais. No primeiro plano, por exemplo, o estudante tem acesso a mais dez aulas gratuitas no período de 30 dias e 4 créditos, que poderão ser usados em aulas que tenham preços estabelecidos. Desses valores pagos pelos estudantes, uma parte será destinada para a manutenção da plataforma e o restante para o professor.
Para saber mais clique aqui
Fonte: Porvir

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O papel do professor na era da educação digital



O BYOD invadiu as salas de aula com uma avalanche de possibilidades que, se bem exploradas, pode levar a educação a um novo patamar.

Houve um tempo em que os professores pediam para seus alunos desligarem seus telefones celulares e, recentemente, tablets em sala de aula, porém os tempos mudaram. Assim como no mundo corporativo, a moda BYOD (sigla em inglês que significa traga o seu próprio dispositivo) invadiu as salas de aula com uma avalanche de possibilidades que, se bem exploradas, têm tudo para levar a educação a um novo patamar.

Cada vez mais as tradicionais editoras de livros didáticos têm explorado as possibilidades das telas multitoque e a conectividade desses dispositivos para repensar a maneira de criar e distribuir seus livros, que contam uma história que envolve todos os sentidos dos alunos e renova o prazer de aprender.

Para os estudantes que praticamente nasceram com esses dispositivos nas mãos, trazê-lo para o dia a dia acadêmico é um processo natural e intuitivo, porém os professores têm um enorme desafio pela frente que passa, sobretudo, pela revisão do seu papel dentro e fora da sala de aula. Tradicionalmente o professor representava a fonte de sabedoria e conhecimento, compartilhado com os alunos em aulas predominantemente expositivas às quais os estudantes se limitavam a assistir enquanto tomavam notas ou copiavam do quadro negro. As interações se limitavam à perguntas e escassas atividades pedagógicas.

Hoje convivemos com crianças e adolescentes hiperconectados, com acesso a um mundo de informação na ponta dos dedos 24 horas por dia, sete dias por semana, prontos para trazer outra perspectiva à sala de aula, colocando em xeque aquele papel tradicional do professor. Como toda grande mudança na história da humanidade, vivemos um enorme desafio, mas também uma oportunidade que tem as mesmas proporções. É preciso repensar o papel do professor, que por mais que resista a encarar essa realidade, deixou de ser o guardião sagrado do conhecimento, apesar de sempre ter um papel crucial na educação formal de crianças e adolescentes.

Cada estudante munido de seus dispositivos conectados à rede pode, e deve, se transformar numa fonte que adiciona um pequeno tijolo ao mosaico de informações que se explora dentro e fora da sala de aula em colaboração com os demais alunos. Converter o livro didático em um organismo vivo que evolui em micro comunidades tão pequenas como uma sala de aula ou tão grandes quanto o conjunto de alunos do sexto ano do ensino médio de todo o País.

É difícil imaginar a beleza dos livros e conjuntos de objetos resultante dessa enorme teia de interações, porém a maior recompensa certamente será o conhecimento produzido e internalizado no processo.
publicado originalmente por Alessandro Fonseca no IPNews



PUBLIKI:   A publiki é uma editora com foco em autores independentes e terceirização de produtos editoriais para empresas, instituições de ensino e outras editoras.


Professores brincam com tablets para ensinar física e química online

 

Janelas fechadas, o intervalo já terminou, ainda faltam duas aulas quando o professor entra. “Boa tarde, turma! Hoje nós vamos estudar mecânica, a primeira lei de Newton”. E então ele vira de costas, enche a lousa com números, sinais e passa dois exercícios valendo nota para a próxima aula. Nada disso. Um grupo de professores do Rio de Janeiro resolveu colocar a diversão e a tecnologia no meio do aprendizado e criou o Física em Cena, projeto que realiza experimentos com smartphones e tablets para explicar conceitos de mecânica, dilatação, reações químicas de determinados elementos, e disponibiliza os vídeos, gratuitamente, em seu canal do YouTube.


Para Vitor Lara, professor e um dos criadores do projeto, a física e a química são matérias que assustam os estudantes porque, muito frequentemente, o conteúdo é discutido de maneira abstrata, sem conexão com a realidade deles. “Fomos descobrindo aos poucos os diversos sensores que tablets e smartphones possuem, e também de forma gradativa, conhecendo aplicativos que fazem uso desses sensores para realizar medidas de grandezas físicas. Percebemos que muito pouca gente estava trabalhando no assunto e resolvemos entrar de cabeça na área”, explica.
 E os experimentos não são realizados apenas nas videoaulas. Tanto Lara quanto os outros professores utilizam a metodologia dentro da sala de aula, como forma de engajar os alunos. Para o professor, essa técnica pode ser utilizada basicamente de duas maneiras: expositiva pelo docente ou proposta a estudantes, para que eles reproduzam os experimentos e cheguem a determinadas conclusões, com a devida orientação. “Nós atuamos em ambas as frentes descritas acima. Alguns professores têm nos dado retorno com relação às aplicações que apresentamos. Diversos colegas de profissão têm utilizado nossos vídeos para discutir alguns tópicos de física, além de realizarem os experimentos que apresentamos”, diz.


O projeto surgiu no começo deste ano e já tem quase 1.000 inscritos no canal do YouTube e 25 mil seguidores no Facebook, com vídeos assistidos por quase 6 mil pessoas, como o quinto episódio da primeira temporada do Física em Tablet. Nele, o professor usa a técnica da gota na câmera do smartphone, que vai simular uma lente macro (usada para tirar fotografias com grande riqueza de detalhes, como de insetos, por exemplo) para mostrar o fenômeno da dilatação térmica.  


No primeiro episódio da série Química em Tablet (que também faz parte do projeto), por exemplo, o professor Anderson Silva usa a técnica da macrofotografia para, por meio da gravação de um vídeo, exibir duas reações de precipitação diferentes. Já no segundo, ele usa um aplicativo, um circuito montável e uma jarra de água com sulfato de cobre para visualizar em tempo real duas dissoluções químicas, uma exotérmica e outra endotérmica.


Lara afirma que um dos fatores que permite o desenvolvimento do seu trabalho é que no colégio em que leciona, o IFRJ Campus São Gonçalo, ele conta com projetores em praticamente todas as salas, o que facilita o uso desse tipo de tecnologia. “Acredito que ainda estamos um pouco distantes antes de podermos aposentar a lousa. Por diversos motivos, passando pela formação atual dos professores, que não é voltada para uma mudança nessa perspectiva, e a infraestrutura oferecida por boa parte das escolas. E não podemos deixar de pontuar a baixa remuneração que grande parte dos professores estão submetidos”, diz.

Mesmo com tantos contratempos, com a correria diária da vida de professor, Lara conta que o projeto só tende a crescer. Para o final deste ano, a equipe vai contar com a adesão de um professor de biologia, que vai inaugurar a série Biologia em Tablet.






sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Escola não pode ser menos atraente que um game


Aulas que são verdadeiras sessões de torturas. Professores e gestores presos ainda a conteúdos clássicos e um sistema educacional, que vem de berço, que privilegia a dependência na hora de aprender. Tudo isso pode encontrar uma saída, de acordo com o professor Ronaldo Mota, ex-Secretário Nacional de Educação Superior e de Educação a Distância do MEC e que hoje atua no Instituto de Educação da Universidade de Londres. “Não dá para pensar em transformação educacional desacoplado da transformação de novas tecnologias” afirmou durante palestra no seminário das Faculdades Estácio, realizado nesta quarta-feira em um hotel da zona sul do Rio. “Educação não pode ser menos atraente para um jovem do que um game” disse.
O professor disse que é preciso estimular o lado de gestores, professores e alunos pelo uso das novas tecnologias. “Não dá para imaginar, hoje, professores que não saibam lidar com novas tecnologias e nem com tecnologias que estão por chegar. Acho impossível formar um bom profissional hoje sem que ele tenha sido submetido a lidar com competência com o que existe de mais avançado” afirmou, sem distinguir ensino à distância e presencial. E para ele não bastam campanhas que dotem os professores com tablets. “Tablet é um equipamento duro. O conteúdo é que importa. Ao estudante não basta ter acesso ao conteúdo. Ele precisa interagir, modificar, questionar, dar opinião, colaborar com outros colegar. Isso é barato, é factível. Alguns professores dizem que os estudantes não vão gostar. Mas estão equivocados. É disso que eles gostam. É colocar a educação em uma linguagem em todos os níveis”, afirmou Mota.
Para Ronaldo Mota os gestores educacionais e professores precisam ser ousados na hora de mudar e advoga pela ideia de lançaram portais interativos das disciplinas para que o estudante tenha acesso ao conteúdo antes mesmo de chegar à sala de aula. “Não existirá no futuro a figura do estudante que chega à sala de aula na total ignorância do vai ser falado. Alguns estudantes que não vão querer fazer isso, mas esses não terão acesso à sala de aula por não terem se preparado adequadamente. Consequemente, poderemos ter menos aulas, mas mais produtivas e mais interessantes”, disse.
E para ele, o Brasil, mesmo estando atrás de seus colegas de Brics, Russia e China, tem tudo para crescer nesse ponto, embora classifique nosso ensino médio com de baixa qualidade. “O Brasil tem 102 milhões de usuários de internet e não estamos colocando esse pessoal em contato com a educação. O Brasil é dos países mais afáveis com novas tecnologias: sistema bancário, eleitoral, acesso a portais. Fomos campeões de usar Orkut e podemos ser campeões de Facebook em pouco tempo. Tem uma juventude que gosta dessa qualidade e temos um conjunto de gestores e professores que repelem essa ideia. Que querem proibir Facebook, criar cultura anti-tecnológica e isso não funciona” afirma, dizendo entretanto que a tarefa do Brasil é gigantesca nesse ponto.
De acordo com o professor existem várias experiências, inclusive no Brasil, onde isso é feito de forma brilhante e eficiente. “O Brasil tem boas experiências mas em pequena escala. São coisas boas para pouca gente e em geral têm que se pagar. E quando faz coisas em grande escala, para quem não pode pagar, agrega má qualidade. A tecnologia pode mediar essa relação porque te permite trabalhar em grande escala com baixo custo e com muita qualidade,“ afirmou, citando como exemplo o portal educacional Veduca.
Como transformar a grande quantidade de informação, de forma rápida e gratuita a que se tem acesso nos dias atuais, em educação de qualidade, é para Ronaldo Mota o grande desafio da educação atual: “Mudar a forma de ensinar e aprender contamina os demais. O antigo analfabeto é aquele não sabia escrever. Hoje o analfabeto tem um monte de informações e não sabe o que fazer com aquilo. Informação é fundamental na formação acadêmica. O grande desafio é como criar pessoas que saibam o que fazer com tanta informação para o que mais lhe interessa” afirma, dizendo que o que o Brasil preciso apostar no ensino fundamental e médio. “Mas em geral nossos governantes são velhos e tradicionais e não gostam de tecnologia e educação.”
Fonte: Terra / TOPICT Learning News

TOPICT LEARNING


Os objetivos da TOPICT Learning é oferecer plataformas para promover a colaboração e conexão entre Professores e Alunos da mesma Escola, permitindo aos Professores postarem mensagens, a discussão de temas a abordar em sala de aula, compartilhar conteúdo e ideias em rede e com seus pares e soluções para promover pedagogicamente a inclusão digital de Educadores e Alunos.
TOPICT Learning dispõe de método de formação continuada para Professores da Educação Básica, serviços e soluções para transformar a forma como Professores e Alunos se conectam, promovendo a relação de cooperação entre Educador e Educando numa aprendizagem inovadora.
Uma das nossas soluções é destinada à formação em competências TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) para Professores das escolas públicas e particulares, conhecida mundialmente por IPICT – International Pedagogical ICT, cuja tutoria é realizada pelos Formadores (Tutores) da TOPICT Learning e cujo método de formação é mundialmente conhecido por ter capacitado milhares de Professores em quatro continentes, a exemplo da Europa (União Europeia), África, Ásia e Oceania.

Conheça também o Blog TOPICT LEARNING  NEWS:

terça-feira, 6 de agosto de 2013

CURSO DE TECNOL0GIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO



Inscrições abertas para o Curso de TIC's do Proinfo
No NTM Rio de Janeiro

Uso do Facebook na Educação


Facebook é a maior rede social do mundo: atualmente, conta com mais de 900 milhões usuários. Ele tem aberto cada vez mais portas para que as escolas e professores possam usá-lo para melhorar a comunicação e, principalmente, renovar a relação de ensino e aprendizado com os alunos. Veja aqui 100 dicas para usar o Facebook na escola e tornar as aulas ainda mais dinâmicas!




100 dicas para utilizar os recursos do Facebook:
1- Peça informações: Ao invés de utilizar a Wikipédia, procure por especialistas que tenham perfil na rede e possam ajudar você. Além disso, você pode se comunicar com os pais de seus alunos, especialmente quando forem menores, e pedir ou fornecer informações sobre eles.

2- Veja vídeos-aula: Diversas universidades de vários países diferentes disponibilizam vídeos de aulas ou palestras em suas páginas online.

3- Museus: Indique páginas de museus, galerias de arte e exibições para que seus alunos possam enriquecer ainda mais o uso do Facebook e entrem em contato com diferentes conteúdos educacionais.

4- Contato pessoal: os estudantes podem entrar em contato com parentes distantes para fazer pesquisasgenealógicas ou com personalidades locais para discutir matérias tratadas em sala de aula.

5- Falar com autoridades: Políticos, governantes e outras instituições também podem ser contatadas pelos alunos para despertar a participação política e o ensino de valores de cidadania e democracia.

6- Jogos Educacionais: Muitos dos jogos disponíveis no Facebook são educacionais. Você pode estabelecer metas e fazer um campeonato interno entre os alunos.

7- Pesquisas: É comum que os professores solicitem entrevistas ou pesquisas com o público aos estudantes. Você pode levar essa pesquisa para a rede social e aumentar ainda mais o alcance da investigação.

8- Aplicativos: O Facebook disponibiliza várias ferramentas que você pode adotar para aumentar a dinâmica em sala de aula.


Facebook em sala de aula: dicas para projetos e tarefas

9- Desafios: Como em uma classe, você pode participar de desafios, competições e gincanas feitas por instituições educacionais e outras companhias.

10- Livros: peça para que os alunos compartilhem no Facebook suas opiniões e análises sobre os livros que você pediu para lerem.

11- Consiga apoio: Se sua escola está passando por uma restrição de recursos você pode divulgar as causas no Facebook e procurar por recursos e apoios, seja financeiro ou não.

12- Nota extra: Organize uma pequena gincana com os alunos e passe atividades relâmpago pela rede social para que eles realizem dentro de um prazo limitado. Além disso, você pode postar atividades extras, sem que haja limitação de tempo ou gincana.

13- Notícias: Se você for professor de geografia, por exemplo, e estiver tratando de geopolítica, pode pedir aos alunos que reúnam as principais matérias sobre o tema e compartilhem em suas páginas para gerar discussões e debates. As mais comentadas poderão virar assunto em sala de aula para maior desenvolvimento.

14- Documentar: Em aulas de biologia onde os alunos estudam o desenvolvimento das plantas, você pode montar um projeto de documentação desse projeto. A cada dia, ou uma vez por semana, o aluno conta sobre sua plantinha e como ela está se desenvolvendo.

15- Habilidades: use o Facebook para ensinar habilidades como fazer contatos e colaborações.

16- Fazer aplicativos: alunos de ciências da computação ou informática mais avançada podem desenvolveraplicativos para a escola dentro da rede social.

17- Criar conteúdos: No Facebook, é muito fácil criar e compartilhar conteúdos. Peça aos seus alunos que desvendem essas ferramentas e as utilizem para aplicar as matérias aprendidas em aula.

18- Causas: a rede social possibilita a criação de grupos para defender causas. Estimule seus alunos para que se reúnam e façam um movimento, projeto, etc. Eles podem procurar por problemas nas áreas em que vivem ou ao redor da escola.

19- Brainstorm: os estudantes podem usar a página da escola ou o grupo da sala para ter ideias e fazer reuniões online de brainstorm.

20- Diários: os alunos podem postar anotações de seus diários online e dividi-los com a classe e seus amigos.

21- Caça ao tesouro: desenvolva uma gincana com a sala. Faça um caça ao tesouro online e divida a turma em grupos.

22- Clube do livro: fomente a leitura por meio da criação de clubes do livro online.

23- Etiqueta online: dê dicas e instruções sobre como se comportar online, segurança na internet, como evitar fraudes e golpes, como funciona a polícia em crimes cibernéticos e como denunciar possíveis abusos e outros crimes online.

24- Galeria online: os alunos podem reunir diversos conteúdos, artísticos ou não, e desempenhar o papel de curadores a partir de determinado tópico.

25- Exercícios: em épocas de prova, você pode postar exercícios e atividades para que os alunos pratiquem os conteúdos que serão cobrados.

26- Perfis falsos: em aulas de história, por exemplo, você pode pedir que os alunos criem perfis falsos de personagens históricos, como Napoleão Bonaparte.

27- Resumos: ao pedir a leitura de livros ou textos mais extensos, solicite aos alunos que postem online resumos sobre as obras ou críticas e análises.

28- Notícias da escola: peça aos alunos que sirvam como fontes de notícias e postem na página da escola ou da sala quais são os próximos eventos ou provas. Você pode separar uma pessoa específica para essa função.

Facebook em sala de aula: dicas de compartilhamento

29- Transfira o blog: se sua sala possui um blog, transfira-o completa ou parcialmente para o Facebook. Dessa forma, os alunos poderão compartilhar os conteúdos de maneira mais interativa e prática.

30- Envolva os pais: Não são apenas os estudantes que podem se envolver nos projetos. Compartilhe as iniciativas com os pais e responsáveis dos alunos, reforçando ainda mais a relação e responsabilidade dos pais com a educação dos filhos.

31- Dia do bichinho: Para descomplicar uma situação presencial, você pode fazer o “Dia do bichinho de estimação” online. Peça aos alunos que enviem fotos de seus animais e algumas informações, com histórias curiosas sobre eles.

32-Vídeos: você pode armazenar vídeos de aulas, palestras ou outros conteúdos relevantes para criar uma videoteca virtual acessível para os alunos e pais.

33- Álbuns de fotos: Quando houver passeios ao zoológico ou outros locais, você pode criar álbuns com as fotos da excursão e compartilhar com os estudantes.

34- Vocabulário: Você ou toda a sala (organize um cronograma primeiramente) podem postar palavras diferentes ou difíceis com as definições para aprimorar o vocabulário da turma.

35- Gráficos: peça aos pais e/ou alunos que compartilhem informações sobre seus hábitos e características pessoais ou preferências. A partir disso, você pode criar gráficos informativos que servem de apoio para as aulas.

36- Perguntas: O Facebook disponibiliza a ferramenta de perguntas, que pode ser muito útil, tanto para os alunos quanto para os professores. Você pode criar enigmas ou deixar o aplicativo disponível para que os alunos tirem dúvidas online.

37- Outros arquivos: você pode armazenar fontes, links úteis, apresentações em PowerPoint no grupo da sala ou na página da escola.

38- Conteúdo educacional: conteúdos que estão sendo tratados na sala podem ser enriquecidos com outras informações online, como vídeos-aula, etc.

Facebook em sala de aula: dicas de colaboração e discussão

39- Feedback: se você tem ideias para atividades ou tarefas diferentes e gostaria de saber a opinião dos alunos, peça que eles compartilhem online.

40- Escrita colaborativa: Você pode montar uma atividade de escrita colaborativa onde cada aluno faz parte do texto. O resultado pode ser um pequeno livro ou apostila.

41- Canal: para públicos maiores, você pode organizar uma fórum de discussão em tempo real, enquanto os conteúdos são transmitidos em sala ou depois.

42- Idiomas: conecte seus estudantes com pessoas de todo mundo. Se você é professora de inglês ou espanhol e possui amigos do exterior que falam essas línguas, organize bate papos para que os estudantes possam praticar os idiomas.

43- Participação: para alunos que são mais tímidos ou não gostar de falar em público, você pode organizar atividades de participação online, onde eles se sintam mais a vontade para interagir.

44- Grupos de estudo: os alunos podem montar grupos online das equipes de trabalho ou de estudo para se organizarem mais facilmente.

45- Opinião: você irá fazer uma sessão de cinema ou alguma outra atividade e possui várias opções de escolha de filme? Peça aos alunos que escolham em uma pesquisa online.

46- Estudantes formados: procure os perfis de alunos que já estão formados para que compartilhem suas experiências acadêmicas e profissionais com os alunos.

47- Notas: nessa ferramenta, os alunos podem compartilhar os trabalhos ou textos e receber a opinião dos colegas e dos professores.

48- Mundo: faça um intercâmbio online com alunos de outros países ou regiões, compartilhe atividades e experiências.

49- Outros professores: discuta essas ideias em grupos de professores, seja da mesma escola ou área de ensino.

50- Ajuda na lição: os estudantes podem ajudar uns aos outros por meio dos grupos de Facebook, com a sua supervisão para evitar plágios ou outros erros.

51- Palestras: encontre especialistas ou outros palestrantes para que tragam conteúdos relevantes para a sala de aula, seja online ou presencialmente.

Facebook em sala de aula: dicas de organização

52- Eventos: deixe os alunos informados e disponibilize um calendário online.

53- Grupos: se você é professor de diversas classes, organize essas turmas em grupos diferentes.

54- Aniversários: Use o Facebook como lembrete de aniversários, feriados e outras comemorações.

55- Relacionamento: em salas maiores pode ser mais difícil se relacionar com cada estudante em particular. Você pode aproveitar o ambiente online para conhecer melhor seus alunos.

56- Mantenha-s atualizado: Seus e-mails podem ser ignorados, mas você pode manter o controle de quem leu seus recados pedindo aos alunos de “curtam” aquilo que você postar.

57- Reconhecimento: quando uma classe ou aluno alcança alguma meta ou resultado relevantes você pode dar reconhecimento e motivação online para que todos se sintam considerados.

58- Recados: Ao invés de distribuir recados e autorizações em papel, disponibilize-os online e peça aos pais que imprimam em casa, garantindo maior retorno.

59- Debates: Se você não tem tempo suficiente para continuar um debate em aula, leve-o para o grupo da sala online e continue a discutir as ideias.

60- Avisos urgentes: caso ocorra algum imprevisto, você pode comunicá-lo para pais e alunos, tanto na página da escola quanto no grupo da sala.

61- Fique de olho: Alunos que não entregam a lição por que ficaram sem internet podem ser avaliados de acordo com o histórico no Facebook.

62- Mapa: em aulas de geografia, peça aos alunos que compartilhem fotos, informações e mapas de seus locais preferidos.

63- Pais: os pais podem manter-se conectados para saber o que acontece em aula e quais são as próximas provas ou projetos.

64- Provas: pergunte aos alunos como eles acham que foram nas provas e quais suas opiniões sobre as questões levantadas nos testes.

65- Atualizações: Durante trabalhos ou projetos, você pode se manter atualizado sobre o desempenho dos alunos, perguntando como eles estão e quais são as principais dificuldades encontradas.

66- Participação em aula: Aumente a interação e permita que os alunos façam observações, comentários e perguntas online durante a aula.

67- Carreira: conecte os alunos com pessoas especializadas em treinamento profissional e de carreira e com outros profissionais das áreas que eles desejam seguir depois da escola.

68- Recursos: Use a página no Facebook para levantar recursos para passeios ou outros projetos.

69- Páginas para os pais: é uma excelente oportunidade de conectar pais e professores de maneira prática e eficiente, sem burocracias.

70- Interesses: Encontre quais são as novas tendências e interesses dos alunos e procure inseri-los em classe para aumentar o envolvimento.

71- Concursos: envolva os alunos em concursos que coloquem em prática os conteúdos aprendidos na aula. Você pode permitir que estudantes de outras turmas ou de fora da escola também participem.

72- Lembretes: alunos ausentes podem ser lembrados das aulas e atividades para que não percam notas.

73- Assuntos: preste atenção nas conversas e debates online (não apenas da sala, mas em geral) por que estes botem gerar assuntos para discussão em sala de aula.

74- Prazos: Mesmo disponibilizando calendários você pode lembrar os alunos com recados sobre as próximas entregas.

75- Livros: Marque livros para download que os alunos podem utilizar para leitura complementar ou obrigatória.

76- Instruções: deixe instruções para trabalhos disponíveis online para consulta.

77- Celebre: quando determinados projetos forem finalizados, você pode celebrar o desempenho da sala ou determinado grupo ou pessoa.


Facebook em sala de aula: dicas de aplicativos e grupos

78- Cursos: esse aplicativo permite a administração de cursos no Facebook.

79- CiteMe: os alunos podem usar esse aplicativo para fazer citações de maneira adequada.

80- Booktag: Compartilhe livros e peça que os alunos comentem nesse aplicativo.

81- Universidades: as universidades possuem páginas online que facilitam o acesso de futuros estudantes e informações.

82- Calendar: esse é o aplicativo que permite a criação de calendários online.

83- Knighthood: Esse jogo promove a prática da leitura de maneira divertida e dinâmica.

84- Mathematical Formulas: os professores de matemática podem passar esses recursos para os alunos estudarem fórmulas e soluções.

85- Sebos: procure por grupos de sebos ou outras lojas para que os alunos possam adquirir materiais mais baratos.

86- Webinairia: capture vídeos para sua aula.

87- JSTOR Search: artigos e conteúdos acadêmicos podem ser procurados nesse aplicativo.

88- Homework Help: esse aplicativo oferece ajuda para alunos em suas lições de casa. Por ser em inglês, pode ser usado nas tarefas de inglês.

89- Word of the Day: use essa ferramenta como fontes para encontrar palavras ou dias históricos e compartilhar com os alunos.

90- Zoho Online Office: Compartilhe e armazene documentos nesse aplicativo.

91- Notely: Muito bom para fins educacionais, ele é usado para organizar documentos e notas.

92- Language Exchange: ajuda seus alunos a se conectarem com línguas estrangeiras e praticarem.

93- Typing Test: aplicativo que ajuda os estudantes a desenvolver suas habilidades de digitação.
94- Quiz Monster: essa ferramenta ajudar você a montar questionários online.

95- Grupos de estudo: esse aplicativo foi desenvolvido para criar o ambiente perfeito para grupos de estudo.

96- Notecentric: encoraje os alunos a fazer e compartilhar anotações usando esse aplicativo.

97- Slideshare: compartilhe apresentações, documentos, fotos e outros conteúdos por meio dessa ferramenta.

98- WorldCat: Essa ferramenta permite que você faça pesquisas, partilhe fontes e mais.

99- Hey Math! Challenge: Esse aplicativo ajuda os alunos a entender conceitos de matemática mais complexos.

100- Flashcardlet: Com essa ferramenta você criar seus próprios cartões de estudos para que os alunos usem na hora dos estudos.

101- Conheça e utilize o facebook para educadores: http://facebookforeducators.org/ .O site está em inglês mas vale a pena.



Fonte: www.universia.com.br

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Serviços de armazenamento de arquivos na nuvem: qual escolher?

Com o lançamento do Google Drive, o campo de serviços de armazenamento de arquivos ganhou mais um forte concorrente. Um concorrente que já chega com uma enorme base de usuários devido à inteligente manobra do Google de atualizar o aplicativo Google Docs para o Drive. Mas o fato é que existem diversos serviços do tipo no mercado, cada um com seu diferencial e preços.

Para evitar que você saia procurando pela web as informações sobre cada um dos serviços de armazenamento disponíveis, nós angariamos as principais informações sobre eles em um post só.

 Descubra a seguir qual deles que vai te servir melhor.

Comparativo

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Box

Possivelmente o mais antigo de todos, o serviço foi lançado em 2005, quando ninguém tinha ideia do que diabos seria o armazenamento nas nuvens. Disponível em Box.com.
  • Armazenamento gratuito: 5 GB (para contas pessoais)
  • Preços do armazenamento pago: 25 GB (US$ 9,99 por mês) ou 50 GB (US$ 19,90 por mês) nas contas consideradas “pessoais”. Para empresas eles disponibilizam 1000 GB (US$ 15 por usuário por mês). Existem planos ilimitados, mas eles não disponibilizam o preço na página.
  • Limite de tamanho de arquivo:  25 MB por arquivo na conta gratuita, 1 GB por arquivo na conta paga (pessoal) e 2 GB na outra conta paga (empresas).
  • Aplicativos:  Para sistemas operacionais desktop, o Box só oferece aplicativos para Windows e Mac OS X se a conta usada for para empresas. Contas pessoais só podem usar os aplicativos para tablets e smartphones Android (gratuito), tablets e aparelhos com iOS (gratuito) e também para BlackBerry OS e tablets PlayBook (ambos gratuitos).
  • Compartilhamento: Permite compartilhar arquivos por meio de links privados em uma conta. Também é possível compartilhar pastas.
  • Extras: O diferencial do Box é permitir que, em contas de empresas, um arquivo possa ser editado online por uma variedade de usuários ao mesmo tempo. Estranhamente a conta paga pessoal não dá essa opção. Há também recursos como rastreamento de versões de arquivos, publicação de comentários e notificação por email quando um arquivo é visualizado ou editado.

SkyDrive

Serviço da Microsoft, ele foi atualizado recentemente. Apesar de novas contas gratuitas terem o limite abaixo, os usuários que já tinham o serviço habilitado antes receberam 25 GB de armazenamento gratuito de presente. Disponível em live.skydrive.com.
  • Armazenamento gratuito: 7 GB
  • Preço do armazenamento pago: 20 GB (US$ 10 ao ano, menos de 82 centavos de dólar ao mês), 50 GB (US$ 25 ao ano, menos de 2,09 dólares ao mês) e 100 GB (US$ 50 ao ano, menos de 4,17 dólares ao mês). Vale lembrar que os preços variam se forem em reais;
  • Limite de tamanho de arquivo: 300 MB por arquivo (contas gratuitas e pagas) se ele for enviado pela web e 2 GB para arquivos enviados pelo aplicativo para desktop.
  • Aplicativos: Para sistemas desktop, o SkyDrive oferece aplicativos de sincronização para Windows e Mac OS X (gratuitos). Em sistemas móveis, existem aplicativos para iOS e Windows Phone (gratuitos);
  • Compartilhamento: permite criação de links públicos para arquivos e também compartilhamento de pastas;
  • Extras: Fortemente integrado com serviços da Microsoft, como o Hotmail e o Office Web Apps. Permite editar arquivos de forma integrada com o Microsoft Office, embutir arquivos no ofrmato Office para visualização em páginas e compartilhar arquivos, fotos e pastas diretamente com redes sociais como o Facebook e Twitter. Também oferece a opção de baixar toda uma pasta no formato .zip.

Dropbox

Criado em 2007 por um grupo de estudantes do conhecido M.I.T, ele foi lançado mesmo apenas em 2008 durante a conferência TechCrunch50. É um dos serviços que serviu de referência para criação de vários outros, principalmente por seu suporte em plataformas móveis. Disponível em Dropbox.com.
  • Armazenamento gratuito: 2 GB;
  • Preço do armazenamento pago: 50 GB (US$ 9,99 por mês ou US$ 99 por ano) e 100 GB (US$ 19,99 por mês ou US$ 199 por ano). Existe a opção de 1 TB de armazenamento chamado Dropbox Teams, mas a empresa não revela qual o preço;
  • Limite de tamanho de arquivo: Ilimitado;
  • Aplicativos: em sistemas desktop, o Dropbox oferece aplicativos para Windows, Mac OS X e Linux (todos gratuitos). Para plataformas móveis, existem aplicativos que permite visualizar arquivos mas não editá-los) para os sistemas iOS, Android e BlackBerry;
  • Compartilhamento: Há uma pasta em todas as contas Dropbox que é específica para arquivos públicos, mas também é possível dar acesso a outros arquivos em outras pastas de uma conta, clicando com o botão direito e acessando a opção “Get link”;
  • Extras: Convidar amigos para abrir uma conta no serviço vai dar a você (e ao seu amigo que for chamado) mais 500 MB de armazenamento extra gratuito. Mas o máximo que você pode atingir com esse método é 18 GB. Para contas pagas, cada amigo dá direito a 1 GB extra e o máximo que você pode ganhar com o método é 32 GB.

SugarSync

Criado originalmente como um serviço de armazenamento de fotos em 2006, foi apenas em 2009 que o SugarSync se ganhou o nome que tem e passou a armazenar outros tipos de arquivos. Ele está disponível em SugarSync.com.
  • Armazenamento gratuito: 5 GB;
  • Preço do armazenamento pago: 30 GB (US$ 4,99 por mês ou US$ 49,99 por ano), 60 GB (US$ 9,99 por mês ou US$ 99,99 por ano) e 100 GB (US$ 14,99 por mês ou US$ 149,99 por ano);
  • Limite de tamanho de arquivo: 2 GB;
  • Aplicativos: para sistemas desktop, existem aplicativos para Windows e Mac OS X (gratuitos). Em plataformas móveis, o SugarSync pode ser o que oferece mais suporte até agora: existem aplicativos para Android, iOS, BlackBerry OS, Symbian e Windows Mobile;
  • Compartilhamento: permite compartilhar qualquer pasta, mas para que usuários tenham acesso aos arquivos é necessário ter uma conta no serviço;
  • Extras: assim como o Dropbox, o serviço oferece espaço de armazenamento para aqueles que indicam amigos que criarem contas. Em contas gratuitas, cada amigo convidado rende 500 MB de espaço para ambos os usuários e o limite para esse tipo de conta é de 32 GB. Se um amigo que você convidar abrir uma conta paga de ao menos 30 GB, você e ele ganham 10 GB de armazenamento e não há limites para o armazenamento máximo.

Google Drive

É a aposta do Google no campo de serviços de armazenamento que foi lançado hoje, altamente integrado com o Google Docs e com funcionalidades de edição colaborativa. Disponível em drive.google.com.
  • Armazenamento gratuito: 5 GB;
  • Preço do armazenamento pago: 25 GB (US$ 2,49 por mês), 100 GB (US$ 4,99 por mês), 200 GB (US$ 9,99 por mês), 400 GB (US$ 19,99 por mês), 1 TB (US$ 49,99 por mês), 2 TB (US$ 99,99 por mês), 4 TB (US$ 199,99 por mês), 8 TB (US$ 399,99 por mês) e 16 TB (US$ 799,99 por mês);
  • Limite de tamanho de arquivo: 10 GB;
  • Aplicativos: Para sistemas desktop, há um aplicativo gratuito para Windows e Mac OS X. Nas plataformas móveis, o único aplicativo disponível atualmente é para Android. Mas o Google avisa que uma versão para iOS chega em breve;
  • Compartilhamento: Fornece link público do arquivo e permite compartilhar com Google+, Gmail, Facebook e Twitter com um clique. Também é possível manter o arquivo privado e compartilhá-lo com usuários selecionados que possuam uma conta do Google;
  • Extras: O Google Drive fornece reconhecimento de textos e imagens e pré-visualização de mais de trinta tipos de arquivos, inclusive vídeo em alta definição e imagens geradas pelo Adobe Photoshop;

Ubuntu One

Criado pela Canonical em maio de 2009, o serviço está disponível em one.ubuntu.com.
  • Armazenamento gratuito: 5 GB;
  • Preço do armazenamento pago: 20 GB (US$ 2,99 por mês ou US$ 29,99 por ano);
  • Limite de tamanho de arquivo: 5 TB;
  • Aplicativos: Para sistemas desktop, o Ubuntu One oferece aplicativos para Windows e Ubuntu (ambos gratuitos). Em plataformas móveis existem aplicativos para Android e iOS disponíveis (ambos gratuitos também);
  • Compartilhamento: É possível compartilhar pastas, mas é necessário ter uma conta no serviço para acessar os arquivos;
  • Extras:  Forte integração com o Ubuntu. O aplicativo vem pré-instalado e a pasta sincronizada com a nuvem pode ser facilmente acessada pela pasta de documentos do usuário. Também possui serviço de streaming de músicas semelhante ao Play Music, do Google, por US$ 3,99 mensais.

Cubby (beta)

Esse é o serviço criado e lançado esse mês pelo LogMeIn, conhecido serviço de acesso remoto a desktops. Ele ainda está muito cru, mas merece ser citado. Está disponível emCubby.com.
  • Armazenamento gratuito: 5 GB;
  • Preço do armazenamento pago: Não disponível;
  • Limite de tamanho de arquivo: Não disponível;
  • Aplicativos: Em sistemas desktop, existem aplicativos de sincronização para Windows e Mac OS X (ambos gratuitos). Nas plataformas móveis existem aplicativos para Android e iOS (ambos gratuitos).
  • Compartilhamento: Não disponível;
  • Extras: O Cubby protege os arquivos sob uma criptografia de 128 bits. O aplicativo de sincronização permite maior controle do que será compartilhado ou não, sendo possível escolher o conteúdo que estará disponível em cada dispositivo, seja smartphone ou tablet. Por enquanto o serviço está em beta: é necessário um convite para entrar.
Como você pode ver, não há um serviço melhor em todos os quesitos. O Google Drive oferece o maior leque de armazenamento extra, o Dropbox não limita o tamanho de arquivos e o SkyDrive tem a opção de compartilhamento fácil com redes sociais. No final das contas, você vai ter que escolher qual que se encaixa melhor na sua vida.
Colaboraram Paulo Higa e Thássius Veloso.

Fonte: Tecnoblog