sexta-feira, 21 de março de 2014

7 Coisas Que Novos Usuários do Android Precisam Saber



As pesquisas são unânimes ao apontar que o smartphone se tornou uma realidade do povo brasileiro, que cada vez mais vai deixando os celulares comuns de lado. A porta de entrada deste novo público, na maioria dos casos, é o Android que, não à toa, está em mais de 80% dos novos smartphones vendidos no mundo.

Para quem está entrando agora no mundo do robozinho verde do Google, seja por entrar agora no mundo dos smartphones, seja por migrar do iOS ou Windows Phone, organizamos as dicas abaixo. Elas mostram o beabá deste novo mundo e foram originalmente criadas pelo pessoal do Greenbot.

Você não tem controle sobre as atualizações

Não adianta tentar atualizar seu aparelho, ele só será atualizado quando ele quiser. Melhor dizendo: quando a fabricante quiser. O sistema operacional tem uma ferramenta para verificar se há algum update, mas ela só irá funcionar por alguma coincidência milagrosa. Normalmente você acaba sendo notificado sobre alguma atualização. O Olhar Digital  fez uma matéria explicando o motivo da demora para distribuição das novas versões do Android que você pode conferir clicando aqui.

Os apps fecham sozinhosQuem não está familiarizado com o sistema, ou está acostumado com os computadores pode se perguntar “como eu fecho um app?”. A resposta é simples: você não fecha. O sistema tem uma ferramenta multitarefa inteligente. Ao pressionar o botão de apps recentes, o usuário pode trocar rapidamente entre vários apps; entretanto, se ele deixar algum app aberto por muito tempo, ou outro necessitar de mais recursos do aparelho, os aplicativos começarão a fechar sozinhos. Raramente o usuário precisará se preocupar em fechar apps por falta de memória.
 
Se, mesmo assim, o usuário preferir fechar por conta própria, basta acessar a área de aplicativos abertos recentemente e deslizar o dedo para o lado para fechar algum dos itens na lista.

Compartilhar coisas é muito fácilO ícone de compartilhamento é um dos diferenciais do Android e ele está em toda parte, tornando muito fácil levar uma arquivo de um lado para o outro. Por exemplo, ao abrir uma imagem, você tem a opção de enviá-la por e-mail como anexo, mandá-la para um serviço de armazenamento em nuvem ou compartilhá-la em algum aplicativo de bate-papo com seus amigos. O mesmo vale para documentos e até mesmo links abertos no navegador.

Google Play é o lugar para baixar aplicativosExiste uma gama enorme de maneiras de baixar aplicativos, mas a mais segura e prática para o iniciante é o Google Play. A loja também tem vídeos e músicas para compra, mas a principal função é o download de aplicativos gratuitos ou pagos. Após a confirmação, o download é feito automaticamente no celular. Se você decidir apagar um app pago, ele continua atrelado à sua conta, e você poderá refazer o download quando preferir, sem custos.

Um ponto positivo é que você pode acessar o Google Play pelo seu computador e selecionar os apps por lá. Com a confirmação, o aplicativo é baixado automaticamente no celular, sem necessidade de cabos nem nada parecido. Basta que o aparelho esteja conectado à internet.
 
Nada de FlashHouve um tempo em que o Android se vangloriava de ser um contraponto ao iOS em relação ao Flash. Esse tempo passou. Os navegadores não mostram mais sites ou recursos em flash nos sites e browsers que prometem Flash provavelmente estão mentindo. A única maneira é baixar e instalar por fora do Google Play, o que não é recomendado para principiantes.

A tela inicial é personalizávelO usuário pode ficar à vontade para dar a cara que quiser para o aparelho, reposicionando os apps na tela como preferir, selecionando um fundo bonito ou até mesmo animado, e colocando widgets que mostram informações sem que os aplicativos precisem ser abertos.

Você pode removê-los da área inicial quando preferir. Basta pressionar por alguns segundos o que você deseja retirar, seja um app ou widget, e arrastar para área onde está escrito “Remover”. Se, ao contrário, deseja fixar algum item na tela de início, basta ir para a lista de aplicativos e pressionar por alguns segundos o que deseja salvar e escolher onde quer deixar.

Apps pré-instalados podem ser escondidos (mas não removidos)Sim, há jeitos de excluir definitivamente aqueles apps inúteis e jogos trial que já vieram instalados no aparelho, mas não são simples para um principiante que não tem interesse em se envolver com o root do aparelho. O melhor a fazer, neste caso, é escondê-los.
 
Em muitos dispositivos, o que você pode fazer é retirar o app da tela inicial, como já foi dito no item acima. Em alguns casos, no entanto, é possível até mesmo escondê-los da lista completa de aplicativos, onde é possível criar pastas para entulhar tudo o que você não pode excluir do aparelho. Eles continuam lá, mas visualmente eles param de incomodar, pelo menos.
 
Via Greenbot

 
 
Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 19 de março de 2014

Aprenda a programar em apenas um ano com a Codecademy


Em qualquer lista de profissões do futuro, lá estão os cargos destinados às pessoas com conhecimento de programação de sites, softwares e aplicativos móveis. A demanda cresce cada vez mais, mas ganhar proficiência nesse tipo de linguagem exigia até hoje uma imersão grande em livros e sites pouco didáticos e difíceis para quem não tem pelo menos algumas noções básicas da arquitetura da internet e da tecnologia no geral.

É justamente isso que espera mudar a Codecademy, uma startup fundada em Nova York e que quer democratizar programação. Fundada por dois ex-colegas da universidade de Columbia, Zach Sims e Ryan Bubinski,  a empresa já angariou US$ 12,5 milhões em fundos de capital para expandir seu curso gratuito de ensino de código e traduzi-lo para outras línguas além do inglês.

Escritório da Codecademy em Nova York

A companhia promete ensinar os padrões básicos das principais linguagens – HTML, CSS e JavaScript - em um plano de um ano, o chamado Code Year. Trata-se de um método inovador, que usa conceitos extraídos dos games para manter a atenção dos alunos e que pode finalmente tirar esses conhecimentos do gueto técnico.

O método da Codecademy é mais interativo e divertido do que as opções que já existiam no mercado, adotando conceitos da chamada 'gamificação' como a distribuição de badges ao final de cada lição e outras estratégias de engajamento. Até o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou que se tornaria aluno.

O software desenvolvido introduz o mundo da tecnologia da informação na prática, pedindo ao aluno que realize pequenas tarefas para se familiarizar com a escrita de código e que o faça no seu próprio ritmo.

Os dois fundadores da empresa acreditam que todos, mesmo aqueles que não esperam trabalhar com internet, deveriam saber ao menos os conceitos principais da construção da web. Como a internet não parece que abrirá espaço para outra rede de comunicação tão cedo, resta-nos programá-la ou sermos programados. 

"Escrever código é uma alfabetização para o século 21", afirma Zach Zims, co-criador do projeto, na entrevista ao Olhar Digital. (acesse para ler a entrevista)



Microsoft deve anunciar Office para iPad ainda neste mês



Satya Nadella, novo CEO da Microsoft, já tem seu primeiro encontro marcado com a imprensa, com algumas novidades importantes. Informações internas reveladas ao site The Verge apontam que a empresa finalmente anunciará uma versão do Office para iPad.

O evento marcado para 27 de março deve trazer a discussão da estratégia da empresa, que fala em “mobile em primeiro lugar, nuvem em primeiro lugar”, que tem muito a ver com a expansão do serviço para a plataforma da Apple.


A Microsoft trabalha no Office para iOS há um bom tempo e já lançou o app para iPhone em junho do ano passado. Usuários do tablet da Apple ainda não têm a chance de usar o Office em seu aparelho.


A expectativa é que ele deve funcionar de forma semelhante à versão para iPhones, mas adaptado para a tela maior. Ele deve requerir a assinatura do Office 365 para utilização da suíte de aplicativos, que devem incluir Word, Excel e PowerPoint.


Entre outros passos anunciados pela empresa na direção da mobilidade e nuvem estão o lançamento do OneNote para Mac e do Office Online.


Via The Verge

Fonte: Olhar Digital

YouTube prepara versão do site para crianças



O Google pode lançar uma versão "kids" do YouTube, um espaço exclusivo para crianças com até 10 anos de idade.

"Múltiplas" fontes citadas pelo The Information confirmaram que a empresa trabalha no produto, que apesar disso ainda está em uma fase embrionária e, portanto, pode levar bastante tempo até ser lançado.

A ideia é que no "YouTube mirim" só haja conteúdo voltado ao público em formação, com cuidado especial acerca do tipo de publicidade que será mostrada. Os pais poderiam acessar esse espaço através de aplicativos ou da web e deixar os filhos assistindo sem se preocupar.

Como lembra o The Next Web, o YouTube já conta com uma versão "segura", que limita o tipo de conteúdo a ser exibido, e uma exclusiva para educação – com vídeos que só tratam disso. No entanto, nos dois casos não há restrições publicitárias.

Curso Elaboração de Projetos no Proinfo Integrado


Começou hoje no NTM Rio - O Curso de Elaboração de Projetos ministrado 
pela professora Tânia Amaral.

O curso que teve sua primeira aula presencial, terá grande parte das aulas à distância na Plataforma do MEC - e-Proinfo




Descrição:
Em consonância com as diretrizes e os objetivos do Programa Proinfo Integrado, o curso de Elaboração de Projetos (40h) tem como foco desenvolver atividades que integrem as dimensões teóricas, metodológicas e práticas para que os professores e gestores possam:

- Identificar as contribuições das TIC ao desenvolvimento de projetos de sala de aula;

- Abordar o conceito de projeto a partir do resgate histórico relacionado com o contexto educacional e tecnológico (conceito histórico, projetos em educação e integração de tecnologias ao desenvolvimento de projetos);

- Analisar o conceito de currículo na perspectiva da integração com as TIC;

- Planejar e desenvolver o Projeto Integrado de Tecnologia no Currículo (PITEC).

Duração: 19/03/2014 a 17/07/2014

Carga horária: 40h




Oficina de Escrita Criativa


Educação mais próxima por meio do ensino a distância


O espaço da sala de aula é e sempre será uma das grandes fontes de conhecimento, tão importante como a ligação direta entre aluno e professor. Porém, fatores como falta de disponibilidade de tempo e metodologia de ensino pouco dinâmica podem representar, em várias situações, obstáculos a quem deseja aprender e se especializar. É aí que uma prática já utilizada há muito tempo ganha força: o ensino a distância. Segundo especialistas, esta modalidade de ensino, que já existe há décadas, desde a época dos cursos por correspondência, no século passado, ganha impulso cada vez maior com a evolução tecnológica. 

Nos últimos anos, o acesso à educação a distância, principalmente no ensino superior, passou por um processo acelerado de expansão. Dos cerca de 30 mil, no início da década passada, chegou a mais de 1 milhão de matrículas no último Censo da Educação Superior, divulgado pelo MEC. O segmento já representa cerca de 15% dos estudantes de universidades, faculdades e centros universitários de todo o país. 

Para a professora Ligia Leite, que tem doutorado e pós-doutorado em Tecnologia Educacional, respectivamente, pela Universidade Temple e Universidade de Pittsburgh, ambas dos Estados Unidos, ressalta que não é justo questionar a evolução da EAD no país nos últimos anos, por conta da falta de qualidade. Na opinião dela, existe a preocupação na oferta de cursos de bom nível, tanto nesta modalidade quanto na presencial. 

“Depois de quase dois séculos de sua prática, passando por diferentes gerações que acompanham o desenvolvimento tecnológico, parece que a qualidade dos cursos de EAD é tão relativa quanto a dos cursos presenciais, ou seja, encontramos cursos hoje de excelente qualidade tanto presenciais quanto a distância, assim como encontramos cursos de baixa qualidade nas duas modalidades de ensino. Certamente, a experiência que vimos acumulando com a EAD nos disponibiliza mais possibilidades de planejar e desenvolver cursos de melhor qualidade, o que não garante que isto aconteça”, ressalta a especialista, que é autora, entre outros, do livro “Tecnologia Educacional: descubra suas possibilidades na sala de aula (Ed. Vozes).”


Para saber mais, acesse Folha Dirigida - Educação

Brasileira é destaque em evento mundial de educação


Em um ambiente colaborativo, um aluno fala sobre si a partir de um vídeo ou um desenho. Com base nessa apresentação, colegas de outras escolas apontam três habilidades que aquele jovem poderia ter e o professor atua como mediador para incentivar no desenvolvimento de suas aptidões. A partir daí, cada aluno tenta propor soluções para problemas da sua comunidade com base nas competências levantadas por eles. Foi com esse projeto que a professora paulistana Gislaine Munhoz, da escola municipal paulistana Professor Rivadavia Marques Junior, conquistou o segundo lugar na maratona de aprendizado proposta pela Microsoft, no Fórum Global de Educação, em Barcelona. A ideia foi desenvolvida em conjunto com professores de Portugal, Suíça, África do Sul e Estados Unidos.

 O objetivo do projeto desenvolvido pela brasileira é de ajudar o jovem a se capacitar para desenvolver suas habilidades e ingressar no mercado de trabalho, um problema comum que está presente em muitos países em desenvolvimento. Segundo Gislaine, nesse período da vida, os adolescentes têm muita dificuldade em perceber suas aptidões. “Muitas vezes, a própria situação ao redor desse aluno não oferece perspectivas e mostra que ele não consegue”, contou. Para conquistar o segundo lugar, essa ideia competiu com outros 53 grupos formados por 260 professores de diversos países que se reuniram durante o evento para desenvolver, na hora, ideias inovadoras que pudessem ser colocadas em prática nas suas escolas.


Para saber mais acesse Porvir.org
 

Amazon fornece tecnologia de graça para conversão de livros didáticos no Brasil



  • Empresa não será paga pelos mais de 200 títulos que serão convertidos e distribuídos
  • SÃO PAULO - A varejista on-line Amazon anunciou nesta terça-feira que uma tecnologia da companhia foi escolhida pelo Ministério da Educação (MEC) para conversão digital e distribuição de mais de 200 livros didáticos em tablets, serviço pelo qual não será paga, conforme proposta do governo que foi aberta a companhias interessadas.
    Embora a tecnologia Whispercast utilize o formato Kindle, compatível com o leitor digital de mesmo nome da Amazon, ela também roda em PCs e em tablets com sistema operacional Android, da Samsung, e IOS, da Apple. Nos Estados Unidos, ela já é usada em diversas escolas como ponto de acesso para compra e distribuição de livros e documentos para programas educacionais.
    Sem precisar o tamanho do investimento da Amazon, o diretor geral da operação brasileira, Alex Szapiro, afirmou que a companhia apostou na investida para popularizar o uso de seu aplicativo, e, principalmente, fomentar o hábito de leitura em dispositivos digitais.
    Com o aplicativo gratuito, os professores podem, por exemplo, realizar anotações e usar o dicionário diretamente nos livros didáticos.
    “Pessoas com maior grau de leitura vão acabar consumindo mais livros. É um projeto de longuíssimo prazo”, afirmou Szapiro à Reuters. Segundo dados da Câmara Brasileira do Livro, os livros didáticos respondem por 35% do faturamento do setor como um todo, considerando tanto títulos físicos quanto digitais.
    No âmbito do termo de cooperação com o governo, que tem vigência até fevereiro de 2015, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) já está utilizando a tecnologia da Amazon para gerenciar e distribuir seu catálogo de livros didáticos digitais para professores do ensino médio de escolas públicas. Até o momento, mais de 40 milhões de títulos foram entregues.
    Em 2012, o MEC anunciou a compra de cerca de 382 mil tablets voltados para esse público mediante um desembolso de R$ 117 milhões. Na época, as empresas nacionais Positivo e Digibrás venceram pregão eletrônico para fornecer os equipamentos, num processo do qual a Amazon não participou.
    Atualmente, o tablet da companhia americana, o Kindle Fire, não é vendido no Brasil — apenas os e-readers da marca são comercializados no país. No Congresso, tramita um projeto de lei para isentar equipamentos do tipo de impostos, para que passem a receber o mesmo tratamento dos livros de papel.
    Segundo Szapiro, os e-readers poderiam ser de 40 a 50% mais baratos sem a incidência de IPI, imposto de importação, ICMS e PIS/Cofins, desconto que a Amazon pretende repassar aos consumidores caso a companhia deixe de arcar com os encargos tributários. O Kindle é vendido no Brasil por R$ 299, com o modelo mais caro Paperwhite chegando a R$ 699.
    Após pouco mais de um ano vendendo apenas livros digitais no país, a Amazon passou a ofertar o dispositivo eletrônico em seu site brasileiro no início de fevereiro.