quinta-feira, 24 de julho de 2014

Brasileiro é Otimista Quanto ao Uso de Tecnologia na Educação

Papel do professor muda e deve ser o de orientar alunos quanto ao uso de internet e redes sociais para o aprendizado, acredita gerente da Intel, responsável por pesquisa
Por Bruno Capelas
82% dos brasileiros acreditam que nos próximos dez anos o ensino fundamental usará atividades online para complementar a sala de aula FOTO: Reprodução
SÃO PAULO – Quatro em cada cinco brasileiros acreditam que o uso de tecnologia nas escolas é inevitável e pedem investimentos do governo para maneiras em que ela possa ser utilizada nas salas de aula do País. Pelo menos é o que revelou uma pesquisa recente divulgada pela Intel em parceria com a consultoria Penn Schoen Berland, feita com 12 mil pessoas em oito países entre julho e agosto de 2013.
“O uso da tecnologia está apenas começando nas escolas, e o brasileiro quer ver onde isso pode mudar a educação”, acredita Edmilson Paoletti, gerente de Negócios para Educação da Intel. Segundo ele, o papel da tecnologia na escola é o de permitir que os professores assumam outros papeis dentro da sala de aula, mas nunca será capaz de substitui-lo. “O professor é a peça-chave na aprendizagem, mas, com o apoio de ferramentadas avançadas, ele pode deixar de apenas descrever o conteúdo para guiar os alunos no processo de aprendizado”, avalia Paoletti.
Entre os destaques da pesquisa, intitulada “Classrooms of the Future” (Salas de Aula do Futuro, em tradução literal), está a estatística de que 57% dos brasileiros acreditam que a tecnologia deva ser não só uma ferramenta, mas sim uma disciplina na sala de aula. “Minha percepção é de que as pessoas ainda se preocupam muito em aprender como usar um PC, um tablet ou aplicativos no seu celular. Entretanto, essa é a parte fácil. Difícil é entender como lidar com a tecnologia, e aí que entra o professor”, diz o gerente da Intel.
ConectividadeOutro dado levantado pelo estudo é o de que 82% dos brasileiros acreditam que nos próximos dez anos o ensino fundamental usará atividades online para complementar os conteúdos mostrados pelos professores em sala de aula. Vale dizer, entretanto, que segundo dados do MEC no Censo de Educação Básica de 2013, hoje apenas 45% das escolas públicas de primeiro grau têm acesso à internet, em um universo que abrange 24,2 milhões de estudantes. No ensino médio, entretanto, o número cresce: 93% das escolas são conectadas.
Para Paoletti, entretanto, a educação online pode ser uma ferramenta para solucionar dois problemas bastante comuns no ensino brasileiro: a capacitação dos professores e a diferença de aprendizado entre os alunos.
A tecnologia vai suplementar e trazer mais subsídios de cada disciplina, sem depender exclusivamente do nível de conhecimento do professor, nivelando a educação de maneira ampla. Além disso, ela permitirá que alunos com mais ou menos facilidade convivam em sala de aula com conteúdos personalizados”, diz ele, que acredita que a falta de acesso à internet não impede que a tecnologia não possa ser usada na educação.
Um exemplo disso é o uso de tablets e livros digitais substituindo os materiais didáticos impressos – em fevereiro, o ministro Aloisio Mercadante havia anunciado a aquisição de 460 mil tablets para professores das redes estaduais, além de conteúdos pedagógicos digitais, em um orçamento de R$ 253 milhões. Mas a adoção aos meios digitais ainda deve demorar: no mesmo período, Mercadante anunciou a compra de 130 milhões de exemplares de livros para o ensino fundamental, por cerca de R$ 1 bilhão.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Lousa Digital, Carteiras Eletrônicas e Animações Em 3D: Ferramentas Da Escola Do Futuro




No quadro negro, as imagens se movimentam com o toque das mãos. Nas tradicionais carteiras, além de cadernos e lápis, as crianças podem acessar a internet. A cena que parece ser de um filme de ficção científica está mais real do que se imagina. Essas e várias outras tecnologias já estão sendo utilizadas em escolas brasileiras.
 
Em Pelotas (RS), a Escola de Ensino Fundamental e Médio Mário Quintana já aderiu às lousas digitais desde junho do ano passado. Segundo a professora de língua portuguesa da escola, Thaís de Almeida Rochefort, a ferramenta permitiu que os alunos dessem “vida aos conhecimentos”. “Assuntos antes tratados de maneira menos interativa, agora fazem com que os alunos se sintam parte deles, co-autores”, explica.
 
Ela e outros professores têm recebido treinamentos constantes para se adaptar à nova tecnologia. “A cada aula descobrimos novas possibilidades de tornar a escola mais próxima e significativa”, conta, ao ressaltar que a reação dos alunos não poderia ser mais positiva.
 
Um exemplo de programa que pode ser utilizado na lousa digital é o software em três dimensões. Com ele, os professores podem elaborar aulas interativas, revelando o interior de uma célula, o relevo de um mapa, ou até mesmo os músculos do corpo humano. Basta, por exemplo, tocar o dedo na tela para o sistema solar aparecer e se movimentar.
 
Desenvolvido pela empresa P3D, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), o software já está sendo utilizado em 200 escolas privadas e 30 públicas no Brasil. O programa não tem texto, nem guia de voz, somente imagens de grande qualidade gráfica. Segundo a professora Jane Vieira, executiva da P3D, esta característica é uma vantagem porque as imagens podem ser usadas com qualquer material didático, independentemente de filosofia, pedagogia e didática. Jane Vieira garante que em breve o instrumento será oferecido em software livre, o que permitirá que todas as escolas utilizem gratuitamente.
 
Já no município de Serrana (SP), cidade próxima a Ribeirão Preto, as carteiras eletrônicas são a novidade. Conhecidas como Lap Tup-niquim, elas dispõem de uma tela sensível a toques, sobre a qual se pode escrever, fazer desenhos ou equações. O tampo pode ser levantado, e abaixo dele fica um teclado, caso seja necessário digitar. A CPU do computador fica acoplada embaixo da carteira.
 
Desenvolvidas em parceria pelo Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas, instituição do Ministério da Ciência e Tecnologia, e pela Associação Brasileira de Informática (Abinfo), empresa abrigada na Companhia de Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas (Ciatec), cerca de 300 carteiras eletrônicas já estão sendo utilizadas na Escola Municipal Maria Celina. De acordo com Victor Mammana, idealizador do projeto, o diferencial da carteira é justamente a superfície de interação. “Como diz Bill Gates, a próxima revolução não será de conteúdo nem da forma de apresentá-lo, mas, sim, da maneira como o corpo humano irá interagir com a tecnologia”, afirma. O projeto tem apoio da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação.
 
(Renata Chamarelli)
 
 
Fonte: Portal do Professor

Jogos Contribuem Para a Aprendizagem de Alunos Com TDHA




Jogos de regras podem ser recurso pedagógico eficaz para a aprendizagem de estudantes que apresentam transtorno de déficit de atenção–hiperatividade (TDAH). Além de contribuir para desenvolver habilidades acadêmicas como leitura, escrita e aritmética, eles colaboram para a melhoria da atenção, da concentração e do autocontrole.
 
A conclusão faz parte dos resultados da dissertação de mestrado em educação da psicopedagoga Rebeca Andrade, na Universidade de Brasília (UnB). Ela investigou a influência desses jogos no desempenho escolar e no desenvolvimento de habilidades sociais de crianças com TDAH. As atividades foram desenvolvidas no primeiro semestre de 2011 com estudantes de turmas do segundo ao quarto ano do ensino fundamental da rede pública do Distrito Federal.
 
Com graduação em pedagogia e habilitação em magistério para séries iniciais e para educação especial, Rebeca já atuou como professora em turmas do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, de educação infantil e de educação de jovens e adultos (EJA). Atualmente, trabalha como pedagoga institucional da Escola-Classe 10 de Sobradinho, uma das regiões administrativas do Distrito Federal. Uma de suas funções é atender demandas de dificuldades de aprendizagem, em atuação interventiva e preventiva com os alunos.
 
De acordo com a professora, o primeiro passo de uma intervenção é fazer a avaliação das crianças quanto ao desenvolvimento cognitivo. São feitas aferições pedagógicas (psicopedagógicas) e psicológicas para investigar indícios de deficiência intelectual ou problemas de ordem psicológica, neurológica ou até mesmo psiquiátrica que estejam inibindo o processo de aprendizagem escolar. “Nesse caso, fazemos encaminhamentos externos, de modo que a família possa procurar o atendimento médico necessário para a complementação diagnóstica”, esclarece.
 
No processo de avaliação são consideradas, segundo Rebeca, informações das famílias sobre o histórico de desenvolvimento da criança e relatos dos professores quanto às dificuldades por ela apresentadas e intervenções já desenvolvidas para sanar as dificuldades percebidas. Após esse processo de investigação inicial, os alunos são encaminhados a atendimento em grupo, individual ou indireto (por meio de atividades sugeridas ao professor para desenvolvimento em sala de aula). “O atendimento sempre privilegia o uso de jogos”, ressalta.
 
Rebeca também assessora o trabalho pedagógico dos professores e da direção e oferece subsídios para a realização das atividades. “Se um professor relata que os alunos não estão conseguindo aprender operações de soma com reagrupamento, minha função é planejar, com esse professor, atividades diferenciadas para alcançar essa aprendizagem.”
Outra função que a professora exerce é a de promover formação continuada durante o ano letivo, com assuntos variados, como inclusão escolar, adaptação curricular e TDAH. “No momento, estamos desenvolvendo formação em educação matemática para atender à demanda das dificuldades identificadas no início do ano, principalmente entre alunos do quarto e do quinto anos”, salienta. (Fátima Schenini)
 
 

5 Melhores Práticas Para Educadores no Facebook




Manter estudantes engajados durante as aulas é um desafio para muitos professores, especialmente com o desenvolvimento de novas tecnologias. Usar o Facebook nesses casos é uma ótima opção. Confira 5 práticas que podem ajudar no processo.
 
Não é raro encontrar professores comentando sobre a dificuldade de atrair a atenção dos alunos em um mundo onde o celular é mais importante do que uma equação de segundo grau. Para resolver esse tipo de problema, o Facebook tem se tornado uma grande tendência. Cada vez mais professores procuram incorporar a rede social nas aulas para envolver os alunos com a matéria estudada. Mas será que existe uma maneira apropriada de fazer isso?
 
O ideal é que os educadores não utilizem a rede social como base para montar o seu plano de aulas, mas sim como uma alternativa para manter os alunos engajados. Entretanto, é fundamental que os professores se mantenham atentos ao uso para não permitir que os alunos se percam na interatividade proporcionada pelo site. Para utilizar o Facebook de maneira proveitosa durante as suas aulas confira as 5 melhores práticas:
 
1. Tenha um foco
 
Ao invés de dizer aos estudantes que vocês utilizarão a plataforma durante as aulas, diga a eles exatamente de que maneira ela será utilizada. Uma vez que os professores decidem como o Facebook será usado, é necessário que eles pensem em novas estratégias para fazer com que os alunos levem o uso da rede a sério. Uma boa dica é fazer com que a utilização desse recurso seja imperativa e interfira na nota.
 
2. Tenha cuidado com as interações
 
Da mesma maneira que você não estabelece relações íntimas com os seus alunos na vida real, esse tipo de situação também não é apropriada no ambiente virtual. Embora seja muito importante desenvolver uma boa relação com os seus estudantes, você pode fazer isso de maneiras mais transparentes e abertas, como grupos ou fanpages.
 
3. Crie grupos
 
Além de utilizar os grupos durante as aulas para engajar os seus estudantes na discussão, você pode aproveitar esse recurso para manter os alunos em contato constante com a matéria discutida. Por meio dos grupos você pode, por exemplo, dar continuidade às discussões iniciadas em sala, indicar livros e artigos de referência, dar aos estudantes tímidos a oportunidade de se manifestar, oferecer ajuda pessoal a cada um dos seus alunos e ainda dar-lhes a chance de entrarem em contato com os seus colegas de sala.
 
4. Crie uma Fanpage
 
A criação de uma fanpage para as suas aulas pode ajudar não só os seus alunos como demais estudantes que se interessem pelo seu conteúdo. Oriente os seus estudantes a curtirem a página e realizarem suas contribuições por meio delas, comentado, curtindo e compartilhando as publicações relacionadas ao tema discutido em aula.
 
5. Pense em novas alternativas
 
Você não precisa limitar suas opções ao Facebook, com o uso de uma fanpage ou grupos de discussões. Se você acredita que a plataforma da rede social ainda limita a interação, parta para novas alternativas, como blogs, uma conta gerenciável no Pinterest ou mesmo no Twitter. Se o seu objetivo principal for engajar os estudantes por meio da tecnologia, grande parte das plataformas ajudará você a atingir o propósito.
 
 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

5 Formas de Usar as Redes Sociais Como Aliada da Aprendizagem


Você sabe quantos de seus alunos possuem perfis no Facebook ou no Google +? Já experimentou fazer uso dessas redes sociais para disponibilizar materiais de apoio ou promover discussões online?
Cada vez mais cedo, as redes sociaispassam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas.
A seguir, listamos 5 formas de usar as redes sociais como aliada da aprendizagem:
1. Faça a mediação de grupos de estudo
Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes, separados por turma ou por escolas em que você dá aulas, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série.
Os grupos no Facebook podem ser concebidos como espaços de troca de informações entre professor e estudantes, mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos.
Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos.

2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos
As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar.
Esses recursos de apoio podem ser disponibilizados para os alunos nos grupos ou nos perfis sociais, mas não devem estar disponíveis apenas no Facebook, porque alguns estudantes podem não fazer parte desta rede. Para compartilhar materiais de apoio e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como a intranet da escola, o blog da turma ou do próprio professor.
3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos
Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares.
4. Elabore um calendário de eventos
No Facebook, por meio de ferramentas como “Meu Calendário” e “Eventos”, você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avaliações. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos.
5. Organize um chat para tirar dúvidas 
Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma – mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam.
A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

3 Dicas Para Aprender Idiomas Com o Google Tradutor




Olá pessoal!
 
Com tantos recursos educativos online disponíveis atualmente, aprender algo novo não é mais uma tarefa complicada. Na facilidade de um clique é possível ter conhecimento sobre os mais diversos assuntos, inclusive idiomas.
 
O Google Tradutor é um serviço gratuito e online de tradução de idiomas da Google traduz instantaneamente texto e páginas Web. Aprenda como usar a ferramenta corretamente, e verá como ela poderá ser eficiente.
 
Entenda como você pode aprender idiomas com o Google Tradutor:
 
1. Escrever e corrigir

Escreva pequenos textos no idioma que você deseja aprender e então utilize o Google Tradutor para traduzi-lo para o português. Isso ajudará a encontrar erros gramaticais e até de concordância se você perceber que a tradução não possui o significado que você queria ao escrever o texto.
 
2. Pronúncia

 Uma das maiores dificuldades com o aprendizado de um idioma é a pronúncia. O Google Tradutor possui um recurso que transforma os textos em áudio, podendo solucionar as suas dúvidas sobre como determinadas palavras devem ser faladas.
 
3. Dicionário

 O Google Tradutor também pode funcionar como um dicionário. Escreva uma palavra no idioma que você quer aprender, clique em traduzir e veja sua classificação gramatical, os diversos significados e sinônimos que ela possui.
 
Gostou das dicas? Agora é só começar a colocar em prática!
 
 

Ferramenta de Gestão Facilita Trabalho do Professor

       Só quem é professor sabe quanto tempo é gasto para organizar suas atividades, principalmente quando se trabalha em duas ou três instituições diferentes.  Para facilitar a rotina de educadores, a plataforma  Pauta Online ajuda a gerenciar conteúdos de aulas, acompanhar o desempenho dos alunos, criar cursos a distância e concentrar o envio de trabalhos em um mesmo local.
A ferramenta foi idealizada pelos professores Marcilene Scantamburlo e Jorge Valardan, da área da tecnologia da informação. A ideia surgiu a partir das próprias necessidades que eles observavam no dia a dia. “Eu queria ter um local em que pudesse concentrar todos os meus materiais de aula, independente da instituição, que eu conseguisse me comunicar com os meus alunos e manter contato com os antigos”, contou Marcilene, que é gerente de projetos da empresa de tecnologia Web Road Mídias & Sistemas.
ktsdesign / fotolia.com
As funcionalidades da plataforma de gestão foram desenvolvidas e adaptadas com base em conversas e pesquisas feitas com professores. Disponível para acesso pelo computador ou dispositivos móveis, ela permite a criação de fóruns e salas de bate-papo, publicação de textos, arquivos e links, além de concentrar a distribuição e o envio de trabalhos. A ferramenta ainda possibilita a concentração de todos os materiais e as classes que o professor leciona em um mesmo local. Com isso, ele pode organizar as suas turmas e com facilidade consegue copiar conteúdos e salvar arquivos.
Na Pauta Online o professor também pode acompanhar o envolvimento do aluno com os conteúdos. Ele tem acesso a dados e estatísticas de quantas vezes o estudante entrou no sistema, quais aulas abriu e quanto tempo ficou on-line. De acordo com a idealizadora, existem projetos em desenvolvimento para melhorar essa avaliação de desempenho por meio de ferramentas de análise de dados, que irão permitir o estabelecimento de padrões de aprendizagem para cada aluno.
Para saber mais clique AQUI
 
Fonte: Porvir
 

Como Apagar Definitivamente os Arquivos do Pendrive

 
 
 
Você sabia que quando deleta um arquivo, seja do HD, pendrive ou cartão de memória, ele ainda pode ser acessado (mesmo depois de limpar a lixeira)? Programas como o Recuva permitem identificá-lo e apagá-lo, ainda que tenha havido a formatação completa do disco.

Com o guia abaixo, ensinaremos a zerar o disco para evitar que os bisbilhoteiros de plantão possam ter acesso aos seus dados. A medida é útil principalmente quando você empresta os dispositivos ou simplesmente coloca o computador à venda.
 
Vamos ao guia! Clique AQUI.




Saiba Dividir o HD Para Não Perder Dados na Hora de Formatar o PC

 
 
 
Se você já precisou formatar o computador (a probabilidade é alta entre quem usa Windows), sabe que o processo pode ser chato e demorado, por causa do backup.

Fazer o backup de 700 GB de arquivos de seu HD, por exemplo, antes de formatar um PC, toma muito tempo (mais de dez horas, dependendo do caso), além de exigir HD externo com, no mínimo, 700 GB livres, que é coisa rara.

Este guia vai te ensinar a dividir o HD em dois, processo conhecido como particionamento. Em uma partição fica o sistema operacional, que você pode formatar e reinstalar quantas vezes quiser, sem que seja necessário mexer na outra partição, onde devem ser armazenados filmes, músicas, fotos, documentos, entre outras coisas.

Para isso utilizaremos o programa Partition Wizard, que é gratuito e funciona dentro do Windows, sem que seja necessário reiniciar o computador em um boot específico (o que torna o processo mais complicado). Caso você esteja familiarizado com esse outro método, o Gparted é uma boa opção.


Vamos lá! Saiba mais AQUI


Fonte: Olhar Digital


Microsoft Mostra Funcionamento de Tradutor Simultâneo do Skype

 
 
A Microsoft aproveitou o Worldwide Partner Conference, evento anual com parceiros, para mostrar um dos recursos mais interessantes para o Skype: a tradução automática e quase simultânea. A ferramenta ainda está em fase de desenvolvimento, mas já se mostra promissora para permitir que duas pessoas que falam línguas diferentes se comuniquem.
 
No palco, a Microsoft tinha um executivo britânico, Steve Clayton, falando em inglês e uma outra representante, Melanie Schoebel, falando em alemão. Percebe-se claramente que há algumas falhas de compreensão e outras de tradução. Por exemplo, em determinado momento, é dita a palavra “partner” (“parceiro”), que é compreendida pelo sistema como “Palm OS”, finado sistema operacional móvel, gerando risadas dos presentes.
 
 
        
 

Contudo, de uma forma geral, foi possível para o público que não entende alemão entender o que era dito no idioma germânico. Já para quem não sabe inglês, a tradução contrária também foi capaz de transmitir a informação com alguns sobressaltos, mas de forma eficiente como um todo.
 
O sistema funciona de uma forma simples: o usuário fala em seu idioma nativo e, conforme a frase vai se formando, o sistema recebe e interpreta a informação, traduzindo-a da melhor maneira possível. Em seguida, um sistema automático de voz repete a mensagem, agora no idioma final.
 
A expectativa da Microsoft é lançar o serviço até o final deste ano para o usuário final que quiser se comunicar com pessoas que falam outros idiomas.
 
 



quinta-feira, 10 de julho de 2014

4 Tipos de Ferramentas Online Que Devem Ser Utilizadas na Educação

Você quer deixar as suas aulas mais interativas e modernas, mas não sabe que ferramentas utilizar? Veja tipos de aplicativos úteis para o aprendizado

 
A tecnologia pode ser uma grande amiga para ajudar na organização de tarefas e trabalhos
 
Trazer ferramentas digitais para a sala de aula nem sempre é uma tarefa fácil: os professores não sabem se os alunos irão realmente utilizar os aplicativos e sites da melhor maneira. Entretanto, existem 4 tipos de ferramentas que devem ser utilizadas na educação. Veja quais são:

1 – Comunicação
 
Aplicativos, sites e outras ferramentas que facilitam o contato entre alunos e professores devem ser utilizados para o aprendizado. Além de deixar o contato mais constante e fácil, é por meio dessa interatividade que é possível melhorar o relacionamento entre os estudantes e o próprio educador. Para isso, existem os grupos do Facebook, as trocas de mensagem pelo Skype e o Google Hangouts, que disponibiliza uma ferramenta para conversas por meio de videoconferências.

2 – Compartilhamento
 
Hoje em dia, não é mais necessário que os professores recebam as tarefas e trabalhos em folhas impressas ou escritas. Existem vários sites e aplicativos que permitem não só o armazenamento e compartilhamento de arquivos, como também facilitam a edição de outras pessoas. Para armazenar e compartilhar um dos sites mais famosos é o Dropbox, e para todas as funções juntas existe o Google Docs.

3 – Organização
 
A tecnologia pode ser uma grande amiga para ajudar na organização de tarefas e trabalhos. Para as pessoas com muitas tarefas a serem feitas existe o Evernote, aplicativo que serve para fazer anotações e lembretes rapidamente. Para quem precisa de um site para reunir todas as informações, links, arquivos e outros tipos de dados úteis é possível utilizar o Kweeper, site que funciona como uma biblioteca digital para os usuários.

4 – Multimídia
 
Uma das melhores maneiras para chamar a atenção dos alunos e proporcionar uma aula mais interativa é utilizar recursos multimídias nela. Busque vídeos e documentários no YouTube, acompanhe as opiniões das pessoas pelo Twitter, traga imagens e desenhos para a sala com os bancos de imagens gratuitos e crie apresentações mais interativas.
 
 
 
Fonte: Universia

MULTIMÍDIAS DE EDUCAÇÃO

 
Divirta-se e informe-se sobre a qualidade da Educação brasileira nestes especiais multimídia feitos pela equipe do Educar para Crescer
 
 
http://educarparacrescer.abril.com.br/jogos/
 
Clique na imagem acima para ter acesso ao conteúdo.
 
 
 

Por que é Importante Aprender a Programar?

Mitchl Resnick, pesquisador do MIT, defende que todas as crianças devem aprender a programar.
 
Saber interagir com a tecnologia não é o bastante, jovens e crianças devem aprender a criar com tecnologia

 
 
Você com certeza conhece uma criança (ou várias) que adora mexer no celular ou no tablet e tem mais desenvoltura com as telas e os botões do que os próprios pais. Hoje, as crianças já nascem "digitais", mas para um pesquisador do prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT), a interação é a relação mais básica que podemos ter com a tecnologia. "Na maioria do tempo, as crianças estão apenas navegando, conversando e jogando com aplicações, mas não estão projetando, criando e se expressando por meio dessas tecnologias. Por que só brincar com jogos eletrônicos se você pode criar seus próprios jogos?" perguntou Michel Resnick, que trabalha no Laboratório de Mídia do Instituto.

O americano explicou em palestra no evento Transformar 2014 por que o ensino da programação é importante para as crianças. Ele acredita que saber programar é tão importante quanto saber escrever. "Escrever no mundo de hoje significa saber nos expressar com as tecnologias atuais: saber programar", disse.

A necessidade de aprender a escrever algoritmos e programas vai além da utilidade profissional. Mesmo que não sejam cientistas da computação, Resnick defende que todas as crianças devem ter a oportunidade de ser "fluente" em programação. "Todas as crianças aprendem a escrever, porque é uma habilidade útil para todos e em todos os aspectos da vida. A programação funciona da mesma forma", disse.

A maior vantagem em aprender a programar não é se dar melhor no mercado de trabalho, embora isso também aconteça, mas a mudança mental que a programação produz nas crianças. Além de organizar as ideias, a programação ajuda a ver o mundo de maneira mais criativa e crítica. Resnick revelou que seu pensamento foi inspirado no educador brasileiro Paulo Freire. "Ele tinha os mesmos argumentos sobre ler e escrever. Não é apenas uma questão prática, mas algo necessário para ter uma voz ativa e participar plenamente da sociedade. Nos dias de hoje, não é suficiente apenas usar ou interagir com a tecnologia, você precisa ser fluente nelas."

Scratch

Resnick liderou o desenvolvimento de uma linguagem de programação gratuita com o objetivo de estimular as crianças a desenvolverem essa "fluência" tecnológica: o Scratch.

Composto por blocos de comandos visuais e encaixáveis, o Scratch pode ser experimentado por crianças a partir dos 8 anos. Desde 2007, quando foi lançado, crianças do munto todo já criaram mais de 5 milhões de projetos como jogos, animações e histórias interativas. "Queremos que a programação seja tão fácil quanto brincar de lego", disse. Na plataforma, a criança monta seu programa a partir de diferentes categorias de blocos (movimento, som, visual etc) e já vê o resultado na tela.

No Laboratório de Mídia do MIT, o grupo de Resnick é conhecido como "lifelong kindergarten" (ou Jardim de infância ao longo da vida, em tradução livre). Eles adotaram esse nome porque se inspiram no Jardim de Infância e no aprendizado livre que as crianças experimentam nessa fase. "Se as crianças pensam em uma história na floresta encantada, logo usam giz de cera e começam a desenhar essa floresta. Elas criam as coisas de acordo com seu interesse e aprendem muito durante o processo", resumiu Resnick. Sua ideia é estender para todas as idades essa abordagem de aprender a partir de projetos que façam sentido para cada aluno. "A tecnologia pode tornar isso possível!", completou.

 
Programar desenvolve uma série de habilidades necessárias para o século 21. Veja alguns dos benefícios de aprender a programar listados por Mitchel Resnick.


Para ler, clique AQUI
 
 
 
 
 


segunda-feira, 7 de julho de 2014

52 Sites Que Divertem e Ensinam


7 educadores avaliaram os principais sites com conteúdos educativos para crianças.
Veja o que elas descobriram.
 
Evite que o computador vire uma babá eletrônica para o seu filho.

 

Seu filho faz parte da chamada "geração Y". Também conhecida como geração da Internet, ela é composta por nascidos depois da década de 80 e tem como principal característica o seu crescimento em uma época de grandes avanços tecnológicos. Isso quer dizer que o computador faz ou fará parte da rotina dele (como a TV talvez tenha feito da sua). "As crianças e os adolescentes de hoje são nativos do computador e da internet. Já os adultos são imigrantes. São relações muito diferentes", afirma Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo.
 
Um dos principais símbolos dessa nova geração é justamente a internet. Seja ela via computador, seja via celular. A pesquisa Kids Expert 2008, encomendada pelo canal infantil Cartoon Network, mostra que 60% das meninas entre 7 e 15 anos ficam entre 30 minutos e quatro horas por dia conectados. Entre os meninos, o percentual é de 55%. Mais de 6 500 crianças foram entrevistadas no ano passado.

E o que essas crianças e esses adolescentes fazem na rede? Essa mesma pesquisa mostrou que eles passam boa parte do tempo em programas de mensagens instantâneas e redes sociais, como Orkut e Facebook, conversando com amigos e visitando álbuns de fotos - passatempos que não necessariamente acrescentam algo à formação intelectual.

O tempo passado na Internet pode ser voltado para o aprendizado e a aquisição de conhecimentos. Há diversos sites que incentivam o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes, ampliando o seu universo cultural. Combinando informação com diversão, eles são, também, um excelente passatempo, que podem entreter e divertir os jovens. "Há conteúdos muito ricos na internet, para todas as idades. Acessando sites adequados para a faixa etária, crianças e adolescentes poderão aproveitar o que há de melhor na rede", diz Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS.

É justamente por isso que os pais devem participar mais dessa navegação, dessa exploração do mundo, orientando os filhos e fazendo uma mediação durante os momentos em que ele usa o computador. Mesmo em sites seguros, de conteúdo educativo, pode haver "falha" na segurança. Sites voltados para crianças com comunidades que possibilitam a interação entre os internautas, por exemplo, precisam de moderação e de um bom sistema de cadastro. "Um dos maiores perigos da internet é a pedofilia. Em comunidades e sites de relacionamento, as crianças correm risco de se relacionar com pessoas mal intencionadas", alerta a educadora Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania.

Outra recomendação dos educadores é que os pais atentem ao excesso de publicidade em determinadas páginas - há um projeto de lei em tramitação no Congresso que proíbe qualquer tipo de comunicação mercadológica voltada para crianças. "O apelo ao consumo por parte das crianças é algo condenável", afirma Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP. Também é bom prestar atenção no tempo passado em frente ao computador. "É preciso evitar que o computador se transforme em uma babá eletrônica. Ele deve ser apenas um dos muitos recursos usados na Educação de crianças e adolescentes", recomenda Helena Cortês.

A equipe do Educar para Crescer fez uma lista de sites educativos para crianças e adolescentes e solicitou a avaliação de sete especialistas em Educação:

  • Adriana Bruno, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Helena Cortês, professora da Faculdade de Educação da PUC-RS
  • Humberto Estevam, diretor de ensino do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) 
  • João Luís de Almeida Machado, doutor em Educação pela PUC-SP e coordenador pedagógico da Escola Moppe, em São José dos Campos (SP)
  • Luciana Allan, diretora técnica do Instituto Crescer para a Cidadania
  • Maria Ângela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP 
  • Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo
Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelos educadores. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!
 
 
Para saber mais clique AQUI
 
 
 

 

Como Orientar Seu Filho a Usar a Internet de Modo Seguro

 
Guia para você proteger seu filho dos perigos da rede
 
 
Cabe aos pais orientar como deve ser a navegação na internet
 
Segurança, na internet, é colocada em risco, quando: a) o menino de nove anos gosta de postar fotos dele com a família; b) um de seus amiguinhos configura o perfil, dizendo ser mais velho só para atrair as amigas da irmã, de 14 anos; c) ela, por sua vez, usa a rede social para marcar encontro com um desconhecido; d) a amiga dela não quer ir junto, pudera! Ela ainda se recompõe da perseguição de um "stalker", na web.
 
Essas são situações criadas com alguns dos resultados da pesquisa TIC Kids Online Brasil, que entrevistou mais de 1500 crianças e jovens, em 2012. Ou seja: 86% dos entrevistados possuem perfil com foto na internet, 23% já usaram a rede para contatar desconhecidos e 22% já passaram por uma situação constrangedora. Conclusão? "Não são apenas amigos que navegam na internet", lê-se na cartilha da SaferNet Brasil (www.safernet.org.br), que defende os direitos humanos na internet. "Por isso, deve-se ter atenção e cuidado ao navegar".

Como ninguém sabe ao certo o que fazer, cada família (e escola) opta por um modo de conduta. "O comportamento deve ser idêntico ao que se assume em sociedade", recomenda Luciana Allan, do Instituto Crescer. "Se existem direitos e deveres em casa e na escola, também existem na rede", confirma Juliana Cunha, da SaferNet Brasil. E, mesmo na ausência de uma ética instituída, existe o bom senso. "Segurança, na internet, é tarefa a ser resolvida por pais e professores", aponta Sonia Bertocchi, do blog Lousa Digital. A seguir, dicas que orientam pais (e professores) em nome da navegação segura de filhos (e alunos) na internet.
 
 
Para  saber mais clique na imagem abaixo:
 
 
http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/como-orientar-seu-filho-usar-internet-modo-seguro-761462.shtml
 
 
 


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Você Conhece o Smarty Pins?

 
 
 
Google lança jogo de perguntas que desafia seus conhecimentos geográficos
 
Se você andava desesperado em busca de algo para fazer nas noites solitárias após o trabalho e os estudos, então a Google tem uma novidade para você. A gigante das buscas acaba de lançar um novo jogo de perguntas e respostas que é bastante diferente de qualquer outro que você conheça, chamado Smarty Pins.

Diferentemente de games famosos do gênero, como QuizUp e Perguntados, Smarty Pins não apresenta opções de resposta em texto. Para solucionar as questões propostas, os jogadores têm que escolher um lugar no mapa usando o famoso pino da empresa – funcionando como uma espécie de busca ao contrário no Google Maps.

Por exemplo, quando perguntados sobre o local onde quatro grandes norte-americanos foram esculpidos, rapidamente corremos para marcar o monte Rushmore no mapa. Ao começar uma partida, o jogo te dá um total de 1.609 km, que vão sendo descontados conforme a distância entre as suas respostas e o local correto para cada questão.
 
 
 

Mago das perguntas
Acertar as respostas rapidamente rende kms adicionais e é possível desbloquear troféus ao passar por certos números de perguntas sem ter sua quilometragem zerada. Erre e você não apenas vai perder pontos, mas também receberá um comentário irônico do game, como “Bem, pelo menos você acertou o planeta.” – coisa de que você também não está imune ao acertar, podendo receber um “Uau. Você procurou no Google?”.
Ao terminar, ainda é possível compartilhar seus feitos com seus amigos. E você, está curioso para jogar? Quer testar seus conhecimentos? Clique aqui para acessar o Smarty Pins e deixe sua opinião nos comentários.
 
Fonte: Tec Mundo


Sociedade em Rede

 
 
Eles estão cada vez mais conectados e alguns até se sentem dependentes da tecnologia e da internet.
 
O desafio das escolas agora é acompanhar essa mudança no comportamento dos jovens.


A seguir temos dois vídeos que trazem depoimentos de alunos e professores para o bom uso dessa tecnologia.
 
 
 
 
 
 
 
Fontes: Novo Tempo  Educação NT