quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Para 47% dos Jovens, o bom professor usa tecnologia

Pesquisa Juventude Conectada mostra que brasileiros de 16 a 24 anos acreditam que internet e recursos tecnológicos ajudam o aprendizado.

Na opinião de 47% dos jovens brasileiros, um bom professor é aquele que sabe utilizar a internet e os recursos tecnológicos para ajudar no aprendizado dos alunos. É o que mostra a pesquisa Juventude Conectada, realizada pela Fundação Telefônica Vivo em parceria com o Ibope, o Instituto Paulo Montenegro e a Escola do Futuro, da USP, e divulgada hoje (27) no Ria Festival, evento de cultura digital promovido pela fundação, em São Paulo.
Esse número pode ser justificado pelo crescente uso que os jovens fazem da internet e dos recursos tecnológicos para realizar atividades educativas, seja nas instituições de ensino ou em casa. Segundo o levantamento, 75% dos jovens dizem já ter utilizado a internet na escola para atividades propostas em aula – e 68% deles declaram ter utilizado na escola por iniciativa própria.
crédito cienpiesnf / Fotolia.comPara 47% dos jovens, o bom professor usa tecnologia
 

 
 
 
 
 
 
O número sobe para 82% quando se refere à utilização da internet no âmbito doméstico para a realização de atividades propostas em sala. E 77% dos jovens afirmaram que já utilizaram a internet em casa para fazer trabalhos por iniciativa própria. Isso também se justifica pelo entendimento que os jovens fazem do uso da internet, que possibilita que o aprendizado seja realizado em ritmos, horários e locais diferentes, de acordo com as necessidades e preferencias de cada um, segundo 44% dos entrevistados.
Assim, é possível justificar a preferência dos estudantes por professores que fazem uso de tecnologias de informação e comunicação em sala de aula, por estarem mais alinhados tanto com o modo quanto com as ferramentas que os próprios jovens escolhem para estudar quando estão sozinhos.
 
                                 Para saber mais clique AQUI.

Fonte: Porvir

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Manual de Tecnologia da Editora FTD

 
https://drive.google.com/file/d/0B_MyEO1BnvxXblVsdS1YWU5UR3M/edit?usp=sharing

ABRAM ALAS PARA A TECNOLOGIA

Talvez você já tenha ouvido essa anedota: um ser humano foi congelado há 100 anos e descongelado no ano de 2014. Fica atarantado ao andar pelas ruas e cruzar com tantos carros, ônibus, buzinas. O bom e velho banco, com um caixa simpático, hoje está repleto de máquinas estranhas que cospem dinheiro como mágica. Nosso pobre recém-desperto só encontra alento quando entra em uma escola e reconhece tudo: a lousa, o professor, alunos em carteiras.
Isso tem muito de verdade!

Se a estrutura da escola mudou pouco, a cabeça do aluno tem passado por transformações que, muitas vezes, são difíceis de acompanhar e os recursos tecnológicos estão relacionados a essas mudanças. O ensino precisa estar afi nado com essa realidade. A tecnologia jamais vai substituir o professor, mas cada vez mais ela será usada como ferramenta de ensino em sala de aula. O uso dos recursos tecnológicos pode aproximar alunos e professores na exploração de novos conteúdos a serem trabalhados.

O desafio é como fazer a tecnologia passar pelos muros da escola com sabedoria e você, professor, é o abre-alas desse processo. Com sua mediação, os alunos vão, por exemplo, poder tirar o melhor proveito dos dispositivos móveis, aprender a separar o joio do trigo nos sites de busca, usar redes sociais como ferramenta de compartilhamento de informação ou para aprimorar sua competência leitora, tirar a melhor vantagem da sinergia proporcionada pela interação entre o impresso e o digital.

Neste material, serão abordados diversos temas sobre recursos digitais e tecnologia, e esperamos que isso possa ajudá-lo a entender melhor esses conceitos, para que, além da informação, eles possam ser aplicados em suas aulas.
 
Para ter acesso a versão digital (pdf) do manual, clique na imagem acima.

 
Fonte: EDITORA FTD S.A.


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Como Seus Alunos Usam a Tecnologia?


 
Música, vídeos e jogos sempre fizeram parte do dia a dia de crianças e jovens. E a forma como eles se relacionam com as mídias digitais costuma ser objeto de análise de especialistas de marketing e de publicidade. Se os seus alunos têm entre 8 e 14 anos, com certeza boa parte de seus costumes estará listada na 3ª edição do estudo Digital Kids e Tweens, que todos os anos investiga a relação de crianças e pré-adolescentes com tecnologia, mídia e entretenimento.
A pesquisa foi realizada no início de 2014 pelo site Click Jogos em parceria com o Instituto de Pesquisa Catapani e Associados. As respostas de mais de 700 entrevistados em todo o Brasil levaram a conclusões organizadas em uma visualização rápida, permitindo entender melhor como é a rotina dessa geração. Três especialistas orientaram a parte qualitativa do estudo: uma psicóloga que dirige a Divisão de Creches da USP, o vice-diretor de uma escola e um economista, gerente de projetos da Fundação Lemann.
 
Para saber mais clique AQUI
 



Educopédia é Opção Para Professores Pesquisarem Conteúdos Pedagógicos





Olá professores!

A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro e o Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, lançaram, em parceria, a Educopédia – uma plataforma de aulas digitais de cada disciplina, com material de suporte aos professores, planos de aula, jogos pedagógicos e vídeos, com o objetivo de tornar o ensino mais atraente e mobilizador para crianças e adolescentes, além de instrumentalizar o professor. Além disso, a Educopédia é mais uma alternativa para o reforço escolar e para os alunos que faltaram às aulas ou que não compreenderam o conteúdo ensinado.

O projeto, que conta com o apoio do Grupo de Informática Aplicada à Educação no Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ, fornece um vasto material educativo online para alunos e professores da rede pública de ensino da cidade, que podem consultar essas informações de qualquer computador e a qualquer hora, através do endereço eletrônico www.educopedia.com.br.

As atividades da Educopédia incluem planos de aula de todas as disciplinas, de acordo com as orientações curriculares da Secretaria Municipal da Educação. O programa oferece uma opção rápida e fácil para professores que desejam integrar tecnologias à suas aulas. As disciplinas estão divididas em 32 aulas digitais, que correspondem às semanas do ano letivo.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Aplicativo "Classificação Indicativa"

 
 
http://culturadigital.br/classind/
 
 
Prezados professores,

O Ministério da Justiça, em parceria com a Universidade Federal de Goiás e o Ministério da Educação, lançou um aplicativo para auxiliar os professores da rede pública de ensino na busca por informações sobre as classificações indicativas de programas de televisão, filmes e games.
Baixe o aplicativo no tablet do Professor e confira. 

Acesse: http://culturadigital.br/classind/

Atenciosamente,
Portal do Professor


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Professor: Conheça o Google Classroom


Essa nova plataforma poderá ser uma nova maneira de melhorar sua aula.




Não é de hoje que o Google lança ferramentas que podem ser integradas a dinâmica da sala de aula. Entretanto, o Google Classroom promete mudar ainda mais o cenário da educação. Embora ainda seja uma novidade passando por testes, aUniversia Brasil reuniu oito utilidades dessa nova plataforma. 

Veja-as a seguir:

1 – Instalação

Antes de usar o Google Classroom com seus alunos, a sua disciplina deverá receber um código para que seja possível a inscrição na aula, evitando a necessidade de criar listas de sala.

2 – Google Drive
O Google Classroom e o Google Drive se complementaram agora. Assim que o professor começar a usar essa nova ferramenta, uma pasta será criada para a classe, existindo subdivisões de acordo com as aulas programadas.

3 – Estudantes
Os alunos também terão uma pasta no Google Drive, na qual haverá subdivisões de acordo com as aulas que eles se inscreverem.

Assim que o professor escrever um texto ou então as instruções de um trabalho usando o Google Docs, a nova plataforma se encarregará de distribuir o documento individualmente a todos os alunos inscritos.

5 – Entrega de trabalhos
Sempre que o professor passa uma tarefa, ele estabelece um prazo, certo? Pois saiba que no Google Classroom não é diferente. O professor determina uma data e, caso o aluno envie o trabalho antes do prazo, ele não poderá fazer alterações, permitindo apenas que ele visualize-o.

6 – Feedback
Ainda que o estudante não possa fazer alterações, o professor pode fazer críticas ao trabalho dos alunos. Assim que o feedback for recebido, o documento poderá ser então editado pelo aluno.

7 – Todas as disciplinas numa mesma página
Para que tanto alunos quanto professores tenham a dimensão das aulas em que estão envolvidos, logo na home page do Google Classroom aparecem todas as salas nas quais eles estão inscritos.

Por meio dessa nova plataforma, além dos comentários que os professores poderão fazer nos trabalhos dos estudantes, o docente conseguirá também fazer postagens visíveis a todos os alunos daquela sala.


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Como Participar do YouTube Edu

 
 
 
 
 
 
Professor, descubra como postar suas aulas, ganhar toda a visibilidade que você merece e ainda aumentar sua renda.
 
Transforme o mundo na sua sala de aula.
 
 
 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

MIT Está Criando Tela Para Ser Vista Por Quem Tem Problemas de Visão Sem a Ajuda de Óculos

 
Daqui a alguns anos, assistir à TV ou enxergar o que aparece no smartphone sem óculos não vai mais ser uma tarefa torturante para quem sofre de miopia ou condições relacionadas, pelo menos no que depender do MIT: um grupo de pesquisadores da instituição está desenvolvendo um tipo de tela capaz de ajustar a exibição de seu conteúdo para que o usuário possa vê-la corretamente sem lentes corretivas.
 
A miopia está entre as doenças oculares mais comuns. Nela, a luz que entra no olho não é focalizada na retina, mas um pouco antes dela, fazendo com que seu portador não consiga enxergar corretamente objetos que estão longe.
 
Como consequência, a pessoa vê o conteúdo da TV ou de uma placa de trânsito, por exemplo, de maneira borrada, mesmo que o objeto esteja a distâncias curtas - um ou dois metros, por exemplo. Em muitos casos, o indivíduo só consegue enxergar corretamente um item em suas mãos se aproximá-lo de seus olhos.
 
O tratamento mais comum para o problema é o uso de óculos ou lentes de contato que ajudam a direcionar o foco da luz para a retina. Na pesquisa que está sendo conduzida pelo MIT, a tela é capaz de dispensar estes itens ao fazer ela mesma os ajustes necessários para corrigir a focalização.
 
 
O MIT utilizou uma câmera DSLR e um iPod touch para os testes
O MIT utilizou uma câmera DSLR e um iPod touch para os testes
 
Para isso, um conjunto de algoritmos altera parâmetros de cada um dos pixels da tela para que seus raios de luz, ao passarem pelos furos de um filtro especial posicionado em frente ao painel, atinjam corretamente a retina quando chegarem aos olhos do usuário.
 
Os pesquisadores explicam que a tecnologia visa se antecipar à forma como os olhos, por conta da miopia, distorcem a informação visual. Para tanto, os algoritmos precisam ser ajustados para trabalhar de acordo com as necessidades individuais do usuário, uma vez que a miopia se manifesta de maneira diferente em cada pessoa.
 
O professor Ramesh Raskar, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, acredita que a tecnologia poderá ser modificada para trabalhar com mais de uma pessoa se a tela tiver uma resolução altíssima. Mas, obviamente, o objetivo de agora é fazer com que a técnica funcione na sua forma mais simples.
 
Para chegar à fase atual, os pesquisadores utilizaram uma câmera DSLR para simular a focalização dos olhos de uma pessoa e um iPod touch com um filtro na tela para exibir imagens.
 
Nos testes, os algoritmos conseguiram fazer o dispositivo mostrar um balão colorido e um autorretrato de Vincent Van Gogh corretamente ao compensarem a distorção criada na câmera.
 
Ainda há muito trabalho a ser feito para que a ideia possa ser testada de maneira efetiva em pessoas. Hoje, a técnica exigiria que o indivíduo ficasse com os olhos parados para funcionar, uma exigência impraticável: movimentamos a cabeça naturalmente por uma série de razões, inclusive para ajustar o foco quando uma imagem não nos parece clara.
 
Os pesquisadores esperam que, em uma fase mais avançada, o software da pesquisa consiga acompanhar os movimentos oculares para ajustar os parâmetros da tela em tempo real e, assim, contornar esta limitação.
 
Vale dizer que, se conseguir chegar a um nível suficientemente “maduro” de desenvolvimento, a tecnologia poderá ser usada para compensar também outras condições oculares comuns, como a presbiopia (visão cansada) e a hipermetropia (dificuldade para enxergar objetos próximos).
 
Com informações: MIT Technology Review
 

Fonte: Tecnoblog

Plataforma Brasileira Usa Vídeos Para Ensinar a Programar Gratuitamente

Giovana Penatti  
 Há diversas maneiras de aprender a programar online sem gastar um tostão. O problema é que boa parte delas está em inglês ou então traduzida para o português. Enquanto nenhuma dessas características necessariamente inviabiliza o aprendizado, pode ser mais fácil aprender com o material já criado no nosso idioma e por brasileiros.
 
O Curso Em Vídeo se encaixa aí: criado no ano passado pelo professor Gustavo Guanabara, ele é gratuito e oferece cada vez mais cursos na área de TI.
Guanabara dá aulas há 20 anos e, após atuar desde a educação infantil até a universitária e à distância, teve a ideia de criar a plataforma de ensino que utiliza vídeos. Todos têm menos de 30 minutos e estão disponíveis gratuitamente, então não tem desculpa para começar a estudar algo que você está adiando, né?


 
As vídeo-aulas estão tanto na plataforma do Curso Em Vídeo quanto no YouTube, e nem precisa ter cadastro para assisti-las. Mas, ao fazê-lo, você tem algumas vantagens, como a possibilidade de baixar pacotes de conteúdo de apoio que podem ajudar em seus estudos e exercícios para treinar, além de ganhar um certificado válido em todo o Brasil ao término de cada curso – a plataforma contabiliza as horas estudadas através dela e, quando ele chega ao fim, permite que o certificado seja baixado.
 
Atualmente, há cursos de HTML5 (com CSS3 e JavaScript) e Algoritmos disponíveis no Curso em Vídeo. Nas próximas semanas, cursos de PHP, Java e Photoshop estarão no site, sendo que o primeiro já tem data marcada para chegar: dia 4 de agosto. E, como todos os outros, é gratuito.
 
Fonte: Tecnoblog

Como Remover Um Vírus do Facebook

 



No Facebook talvez não haja nada mais incômodo do que vírus espalhados por seus amigos e, às vezes, por você mesmo. Muitos deles ficam escondidos e, em alguns casos, podem até fazer o usuário passar vergonha. Veja algumas dicas que ajudam a se livrar deste problema e limpar de vez o seu perfil. 

Há basicamente três formas de garantir que seu Facebook está limpo.
 
Confira AQUI!
 
 
 
Fonte: TechTudo

Tecnologia Permite Que Alunos Com Doenças Graves Tenham Aula Fora da Escola

 

 
 
Afastados da classe pelo câncer, Ricardo e Alanna mantiveram interação com colegas.

Quando estava no 6º ano do ensino fundamental, o estudante Ricardo (nome usado para preservar identidade da criança) foi diagnosticado com leucemia. O tratamento da doença exigia transplante de medula e, consequentemente, o afastamento do ambiente escolar por um período de, no mínimo, sete meses.   

Meses depois, na mesma escola em que ele estudava outra aluna teve uma doença grave. Alanna Anders, que cursava o 1º ano do ensino fundamental, foi diagnosticada com um câncer raro que afeta os rins.

A escola resolveu então tomar uma providência: utilizar meios tecnológicos para garantir a participação dos alunos nas aulas, estando eles em casa ou no hospital.   

Roberto, que usou a tecnologia primeiro, tinha um tablet e acessava o espaço virtual de estudos disponibilizado pela escola nos momentos em que estava se sentindo melhor, conta Renata Pastore, diretoria geral de tecnologia educacional do Colégio Porto Seguro.    

— Pensamos em montar uma sala de aula online no Moodle [plataforma de compartilhamento de conteúdos online] da escola. A ideia era fazer uma ponte entre a escola e o aluno.

A plataforma traz exercícios de fixação que dão apoio ao conteúdo aprendido na sala de aula. A instituição montou um ambiente online de estudos só para os alunos que passavam por tratamento médico, mas normalmente cada classe da escola tem uma sala de aula online no ambiente virtual.   

Utilizando um tablet emprestado pela escola, Alanna teve acesso a exercícios no Moodle direcionados à continuidade da alfabetização.Também eram transmitidas a ela as mesmas atividades que estavam sendo feitas em sala de aula pelos seus seus colegas de turma.   

— A gente sabia que não ter acesso a nenhum tipo de conteúdo durante o tratamento iria dificultar a passagem dela para o segundo ano. Achávamos que a parte emocional também ficaria prejudicada, porque ela perderia todo o contato com os amigos, diz Renata.   

Além de ter acesso ao Moodle, algumas vezes, por semana Alanna se correspondia com os seus amigos de classe por meio de vídeo conferências feitas durante as aulas.    

— Usar a plataforma em casa foi muito legal, porque eu via meus amigos, podia estudar e brincar com eles novamente. As matérias que mais gostei foram matemática e ciência, com os jogos e atividades, mas o mais legal mesmo foi rever meus amigos, com a aluna.   

Segundo Juliana Ortiz, professora de Alanna, a experiência transformou todos os envolvidos.  

— No início foi até engraçado, porque na rotina das crianças sempre pergunto ‘quem faltou’? E os alunos falavam ‘faltou a Alanna’. Com o passar dos dias, eles já não falavam mais isso, porque ela estaria presente [via videoconferência]. A turma se modificou muito ao longo desse período, foi um movimento muito cativante, conta.

Além do conteúdo

As ações de inclusão com os alunos trouxeram resultados para além da compreensão do conteúdo. Sendo avaliados pelos professores por meio do Moddle, Ricardo e Alanna puderam passar de ano e retomar os estudos presenciais no colégio, ainda respeitando as necessidades dos tratamentos médicos.   

Mas, acima de tudo, como comenta Telma Vinha, professora de psicologia educacional da Faculdade de Educação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), os alunos foram amparados em um período de dificuldade e necessidade de recuperação.   

— Para o estudante que está afastado o mais importante não será adquirir conteúdo, mas sim continuar a se sentir pertencente a esse grupo de alunos, perceber que os amigos e os professores se importam, estão preocupados e interagindo com ele. O amigo é sempre um fator de proteção para as crianças.   

Segundo Telma, quando a escola demonstra uma preocupação sobre como é possível incluir à distância, ela está ensinando para os seus alunos a ideia da generosidade e acessibilidade.   

Considerando instituições que não possuem um Moodle, César Nunes, assessor de informática educativa na rede municipal de educação de São Paulo, fala sobre experiências em escolas públicas.    

— Nas escolas municipais de São Paulo, utilizamos o Edmodo, um ambiente de colaboração, e também o EducaPX, que é um espaço para alunos e professores publicarem sites.   

— A Secretaria Municipal de Educação adota esses e outros softwares para facilitar a inclusão dos alunos. Eles são distribuídos para as escolas e ajudam a suprir diferentes necessidades.   

Ensino fundamental à distância

 
Desde 1969 no Brasil, o decreto Lei nº 1.044 garante tratamento excepcional para os alunos que passam por doenças graves. O artigo 2º da lei possibilita a esses estudantes compensação da ausência às aulas e execução de exercícios em casa por meio do acompanhamento da escola. Os chamados exercícios domiciliares devem ser compatíveis com o estado de saúde do aluno e o local em que eles está se tratando.   

Segundo Renata Pastore, as iniciativas desenvolvidas com Ricardo e Alanna no colégio Porto Seguro têm base nessa lei. A diretora  acredita que o uso da tecnologia pode ser feito em atividades educacionais nos anos iniciais do ensino fundamental. Porém, faz uma avaliação específica sobre a educação à distância nessa fase do ensino.   

— É importantíssimo que o aluno frequente a escola, porque um dos principais objetivos da escola é trabalhar o convívio social da criança. Então as crianças devem conviver com amigos e professores.
 
Fonte: R7 Noticias  

quinta-feira, 24 de julho de 2014

5 Sites Para Criar Vídeos Educativos

 


Olá professores!
 
Não é preciso ser um talento no mundo da edição de vídeo para poder criar material interessante do ponto de vista acadêmico. Coletar textos, fotos e vídeos para fazer um “documentário” sobre qualquer tema é algo que pode ajudar bastante a absorver conhecimento, motivando os alunos cansados do processador de textos.
 
Aqui deixamos 5 sites que podem ser usados para criar e compartilhar vídeos educativos:
 

O Screen Toaster é um serviço gratuito de captura e gravação em vídeo com áudio,  tudo o quê estiver sendo realizado em sua área de trabalho (desktop). Você poderá utilizar este serviço para criar vídeo aulas, vídeos educativos ou demonstrações. Ele não requer que você instale nenhum tipo de programa especial, tudo é feito através de seu navegador de internet. Você só precisa acessar sua conta e começar a gravar.
 
2 – Pixorial

Com Pixorial podemos enviar arquivos multimídia desde nosso computador ou importá-los das redes sociais e perfis de serviços web, permitindo ordená-los, adicionar transições e exportar o resultado de forma simples.
 
3 – PowToon

Para fazer animações sem necessidade de ter conhecimentos técnicos. A opção para o mundo educativo se encontra em powtoon.com/edu-home/, onde incentivam a usar a ferramenta para fazer apresentações, tratando a Powtoon como uma alternativa a powerpoint, prezy e similares.
 
4 – WeVideo

Famoso editor online que temos comentado em várias ocasiões, permitindo adicionar fotos, textos, vídeos e efeitos especiais para poder criar vídeos de todo tipo. WeVideo também inclui opções especiais para seu uso dentro da sala de aula, como podemos ver em wevideo.com/schools. opções que permitem o trabalho colaborativo (ideal para trabalhos em grupo sobre o mesmo vídeo).
 
5 – Teachem

Uma plataforma criada para permitir criar cursos usando vídeos já existentes. A ideia neste caso não é criar vídeos e sim organizar em lições os já existentes na Internet, ajudando assim a agrupar o conteúdo criado com outras plataformas.
 
 

5 Jogos Online Para se Preparar Para o Enem




É muito instigante o trabalho utilizando os jogos como instrumento pedagógico para a aprendizagem. São muitos os estudos sobre a utilização dos jogos, do lúdico de forma geral, como ferramenta facilitadora do processo de ensino e aprendizagem; porém são raros os casos dos professores que utilizaram ou utilizam os jogos como processo educativo. E, quando utilizam os jogos apresentam dificuldades em relacioná-los ao conteúdo trabalhado, ou melhor, trabalhar os conteúdos através dos jogos.
 
É possível estudar para o Enem utilizando jogos online? Professores do ensino médio garantem que sim. Se você está se preparando para as provas que dão acesso às principais universidades federais do país e costuma ouvir reclamações ou críticas por estar no computador, pode conciliar o hobby com as obrigações.
 
Jogos online com assuntos voltados para vestibulandos fazem cada vez mais sucesso entre os estudantes. Com eles, é possível revisar conteúdos com entretenimento.
 
Os jogos podem ser uma forma de melhorar a qualidade da educação, o prazer em aprender e em ensinar. Por isso, o Canal do Ensino selecionou  jogos online para você se divertir, estudar e ainda arrasar no Enem!
 
Conheça os 5 jogos online para se preparar para o Enem: 
 
 
O jogo Enem Wars foi desenvolvido pela agência Retoque Comunicação baseado no conteúdo presente no site LivroClip, um recurso educacional aberto promovido pelo Instituto Canal do Livro, iniciativa reconhecida pelo MEC e premiada pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
 
 
A “Revolta da Cabanagem” é um jogo de computador educativo cuja temática é o movimento Cabano ocorrido no Pará no século XIX. O desenvolvimento durou pouco mais de 2 anos e foi financiado pela Finep. O jogo é totalmente gratuito.
 
 
No jogo, as obras O Cortiço, de Aluísio Azevedo; Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, e Dom Casmurro, de Machado de Assis, saem das páginas dos livros direto para o universo dos jogos virtuais. O estudante aprende sobre as obras, seus contextos históricos e seus autores participando das aventuras, dramas e vida dos personagens dos livros.
 
 
Tem dificuldades para lembrar o nome de todos os 42 presidentes? Nesse jogo você aprende um pouco mais sobre a história de cada um, como chegaram ao poder e qual seu partido.
 
 
Um jogo de tabuleiro sobre a Independência do Brasil. Se você cair na casa com um ponto de interrogação, precisa responder uma pergunta sobre o tema. Se cair em uma casa com ponto de exclamação, aprende alguma curiosidade sobre o período. Divertido e fácil de jogar.
 
 

Brasileiro é Otimista Quanto ao Uso de Tecnologia na Educação

Papel do professor muda e deve ser o de orientar alunos quanto ao uso de internet e redes sociais para o aprendizado, acredita gerente da Intel, responsável por pesquisa
Por Bruno Capelas
82% dos brasileiros acreditam que nos próximos dez anos o ensino fundamental usará atividades online para complementar a sala de aula FOTO: Reprodução
SÃO PAULO – Quatro em cada cinco brasileiros acreditam que o uso de tecnologia nas escolas é inevitável e pedem investimentos do governo para maneiras em que ela possa ser utilizada nas salas de aula do País. Pelo menos é o que revelou uma pesquisa recente divulgada pela Intel em parceria com a consultoria Penn Schoen Berland, feita com 12 mil pessoas em oito países entre julho e agosto de 2013.
“O uso da tecnologia está apenas começando nas escolas, e o brasileiro quer ver onde isso pode mudar a educação”, acredita Edmilson Paoletti, gerente de Negócios para Educação da Intel. Segundo ele, o papel da tecnologia na escola é o de permitir que os professores assumam outros papeis dentro da sala de aula, mas nunca será capaz de substitui-lo. “O professor é a peça-chave na aprendizagem, mas, com o apoio de ferramentadas avançadas, ele pode deixar de apenas descrever o conteúdo para guiar os alunos no processo de aprendizado”, avalia Paoletti.
Entre os destaques da pesquisa, intitulada “Classrooms of the Future” (Salas de Aula do Futuro, em tradução literal), está a estatística de que 57% dos brasileiros acreditam que a tecnologia deva ser não só uma ferramenta, mas sim uma disciplina na sala de aula. “Minha percepção é de que as pessoas ainda se preocupam muito em aprender como usar um PC, um tablet ou aplicativos no seu celular. Entretanto, essa é a parte fácil. Difícil é entender como lidar com a tecnologia, e aí que entra o professor”, diz o gerente da Intel.
ConectividadeOutro dado levantado pelo estudo é o de que 82% dos brasileiros acreditam que nos próximos dez anos o ensino fundamental usará atividades online para complementar os conteúdos mostrados pelos professores em sala de aula. Vale dizer, entretanto, que segundo dados do MEC no Censo de Educação Básica de 2013, hoje apenas 45% das escolas públicas de primeiro grau têm acesso à internet, em um universo que abrange 24,2 milhões de estudantes. No ensino médio, entretanto, o número cresce: 93% das escolas são conectadas.
Para Paoletti, entretanto, a educação online pode ser uma ferramenta para solucionar dois problemas bastante comuns no ensino brasileiro: a capacitação dos professores e a diferença de aprendizado entre os alunos.
A tecnologia vai suplementar e trazer mais subsídios de cada disciplina, sem depender exclusivamente do nível de conhecimento do professor, nivelando a educação de maneira ampla. Além disso, ela permitirá que alunos com mais ou menos facilidade convivam em sala de aula com conteúdos personalizados”, diz ele, que acredita que a falta de acesso à internet não impede que a tecnologia não possa ser usada na educação.
Um exemplo disso é o uso de tablets e livros digitais substituindo os materiais didáticos impressos – em fevereiro, o ministro Aloisio Mercadante havia anunciado a aquisição de 460 mil tablets para professores das redes estaduais, além de conteúdos pedagógicos digitais, em um orçamento de R$ 253 milhões. Mas a adoção aos meios digitais ainda deve demorar: no mesmo período, Mercadante anunciou a compra de 130 milhões de exemplares de livros para o ensino fundamental, por cerca de R$ 1 bilhão.

Fonte: Estadão